Gi Bundchen reinou e ainda exerce seu poder como um dos maiores nomes e representantes do mundo-moda brasileiro la fora. Carreira solida, sem facilitadores ou aquele aue de assessoria de imprensa que hoje espalha mais coisa vazia e promove muito sucesso estranho sem base. Mas Gisele sempre dei tiro de meta. De Dolce & Gabanna a Tom Ford, Gucci, Versace, Dior, sempre encabecou nomes que vieram depois como Carol Ribeiro, Michelle Alves, Ale Ambrosio. Que fizeram passarelas internacionais. Michelle casou com o produtor de Madonna e sumiu. Ale Ambrosio espocou no poder. Pode. Agora, depois de anunciar sua despedida das passarelas na Sao Paulo Fashion Week, abriu o jogo sobre as aparencias com o jogador de futebol americano Tom Brady, e vai seguir carreira solo ate' o proximo.bonitao aparecer. Nao consegui deixar de lembrar da frase que ouvi de um funcionario de shopping de Sao Paulo: "se ex fosse bom, Deus nao mandava amar o proximo". E Tom Brady foi desligado. Que perigo. Lindo, charmoso, imperial, quem ja teve o prazer de ver Tom de perto, olho no olho, sabe do que estou falando. Solto. Logo logo Gi embarca com outro bonitao que nao precisa de tanto nome porque ela acaba tirando o holofote de qualquer um. Leo di Caprio ja foi e nao deve ter volta. Brady e' singular na beleza e no porte. E segurem as mulheres porque vai ter fila. Aparencias enganam. Mas depois tudo acaba aparecendo. Gigi engatou numa carreira poderosa entao nada a dever. Tom Brady esta na area. Que bom. (Rosaly Queen)