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domingo, 17 de setembro de 2017
Maroon 5 duplicado no Rock in Rio. No Gaga, Maroon 5 twice: nothing new.
O Maroon 5 foi o escolhido para substituir Lady Gaga no Rock in Rio. Já tinha muita gente lamentando a falta da performática cantora-atriz, porque é cabelo+loucura+performance que fazem o DNA da loira estranha, e os garotos liderados por Adam Levine ocuparam duas vezes os palcos do evento. Fora o stress desnecessário de um funcionário da entourage dos Maroons, bom mesmo é curtir um jantar refinée e um cafezinho com espuminha, com petit fours, que sem tem que sair à francesa ou com pressa para o show, foi mais sugado com prazer e demora. Slow drink. Slow food.
As músicas repetecaram quase o mesmo it-list da sexta. Fora o frio, à noite, coisa bem diferente de janeiros incendiários na capital carioca. Se estilo dizem, é coisa superflua para uns, para eles, foi algo tão necessário e notório. Se Levine arrancou a camiseta com a pele branquela tatuada demais, e calça jeans meio molengamente usada muito, o bronze carioca viria a calhar, uns dias antes. Imagine Levine dourado nem que fosse por autobronzeador. A mesma camiseta listrada usada vez passada por membro da banda foi notada. Mais do que o teu vestidinho preto básico que você achou que atrairia olhares pela curtez, mas que virou nem aí. Linda, leve, loira, e de basic-black. Domingo de sol, talvez Levine deveria tomar solzinho, assim como o barbudo estressado que nem sei quem é, nem fiz questão de saber. Esbarrou na porta, bem, só Obama eu cumprimentaria. Nem sei de que escritório é. Dèja vu. Ai, mãe. Narcisa Tamborinde...sei lá o fim, me viu sentadinha, confortabilíssima, no telefone, e pediu para roubar meus bolinhos e petit fours da tabuazinha delicada que o chef preparou. Filha bela, e Tambo com cara de cansada. "Pode?", pode bem. Mas não vou pagar. Ahahaha... Brincadeira. Bela que salvou a entrée pos estresses, a gentil teen do rest, e seu indefectível vestido branco de lace. Parisiense.
Teve gente reclamando de playbacks em outros shows da noite. E elogiando os mineiros do Skank.
Queijo refinado. Desaprovadérrima foi a bate-list no menu de Roberta Sudbrack. Comida apreendida para ser estragada e jogada fora, um absurdo, talvez a vontade de ganhar com um grande evento de inúmeras maneiras, a mesma que se refletiu na ganância de alguns hoteis de ganhar tanto e subir as diárias, que acabaram sendo frustradas em ocupação. Quem já tinha reservado, desde abril, se garantiu, os de última hora, acabaram fazendo bate-volta depois dos shows. Suítes de 200 reais subindo para 670 não agradaram muito a quem deu um jeito de ficar em casa de amigos e aproveitar os outros dias em cidades de praia mais tarimbadas. Com comida e dolce far nientes.
Domingo de preguiça, até começar o sol a cair. Boa música de ninar. (Rosaly Queen) (Rock in Rio) (Foto: Reprodução/Fabio Tito/G1).
