Mostrando postagens com marcador preto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preto. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Falsetas da Vogue Espanha, perda do Oscar, pain de Penélope, no Gain. Deu coqueiros. Água de coco, vibe de praia, e de brasileira linda. The bad vibes, black mood, Vogue´s mistakes and tomatoes for Penelope e Almodovar. The barbecue is on the table.




Eu, para revista, editorial, abaixo, resposta com pimentão à Vogue, edição de abril 2019, do esbafórdio de editorial feito pelo cineasta Pedro Almodóvar, para tentar detonar brasileira, quase totalmente alemã, para, em suma, promover atriz sua, Penelope Cruz, junto com outro símbolo, mais passado, Antônio Banderas, que não levantam mais audiência, e, em suma, era para tentar colocá-los em foco já que o Oscar estava se aproximando, e eles estavam, digamos, sem muito cartaz. Patrocionismos de casa, e, a tentativa era queimar quem estava dando ibope, junto com os coqueiros, e fomentar a fama do ex, espanhol, como se ele fosse quem estivesse dando as ordens, e brasileira fosse a da esquina abaulada, na ínfima. Anos de praia, surfe, tubarões, montanhas, moda, esqui, e... tchuf! Decelebs... Sabendo como funciona a auto-promoção do país e figuras, mas, em suma, com tudo que fizeram para me queimar, aliando figuras detonecidas loiras, de roupa rosa, ou com vestido amarelo-brasilis (isso foi o de menos, porque teve coleção antes com loira morta em rede na areia, algo tão grotesco, tão mortal, indução a que? Suicídio? Que "bela" moda, "bela" inspiração, que nunca aconteceria se fosse, na Espanha, a Penélopesa. O problema, "pobrema", foi que Penelopesa, que teria sido a editora, ou co-editora, esqueceu ou não sabia que aqui tem jornalista, editora de moda, fotógrafa de moda e passarelas, e para comprar a banana, o pimentão, o tomate, são dois minutos. Quer dizer, uns 5, para chamar o motorista e sair do condo, ou deixar a prancha de surfe, ou o aeroporto, e ir para o café. Cafeína! Santa-Ceia da paella? Mulher de preto rezando? Terço é símbolo de catolicismo, não precisa fazer faculdade ou filme para saber. Errou o GPS.
Bem, a tentativa de queima ficou no Pain (Dor) - Banderas não levou Oscar, e quem agarrou a estatueta foi Brady, o que usou figurino de amarelo, com coqueiros no cartaz do Once Upon a Time in Hollywood, e chegou deóculos escuros em Cannes, uh-la-lá, com mister Tarantino, e Léo (di Caprio), na mesma versão. Mas com modelitos diferentes. Tarantino fez pose de queixo para os fotógrafos.


Pois é, os coqueiros levaram o Oscar, e
Penélope ficou no veu preto, segurando o cachorro de pintinhas. Que vibe erronea, pobre e louca! Ai meu pai! Ai meus sais! Quer uma água de coco? Meu bem! Hidrata pele ressacada e ao abrir a boca para sorver a água no canudinho, destrava o queixo, problema de face travada, e má diccção. Tadinha. Ficou com cara de bruxa... Antonio, espero que não seja alérgico ao camarão... No pain, no Glory... Oh, pain. E a brasileira deu um olé! lé! lé! tão bem dado, que espanhol ficou de queixo no chão. Nem todos. Porque têm uns que ainda estão com um sal, um tempero, uns músculos, uns óculos escuros, que aceleram e nao morrem na praia. Meu bem! Que esbórdia é essa? Tantos anos de moda, de tudo, muito soro anti-ofídico contra jogadas, trapalhadas, trapaçadas. Curta o look negro com dor, porque o Oscar desse ano teve sol e água coconut, palmeiras, e depois do Brad se esticar no sofá da Ellen, com coqueiros atrás, e nem precisou de tanto agente assim para que os coqueiros se espalhassem igual vírus no mundo inteiro. Quer um solzinho, com marzinho, com português bem falado, e, ai, ai, ai, doeu. O erro doeu! O Storm do nonsense do apresentador plastificado, com uma graça sem graça que brasileiro inteligente dispensa em Nova Iorque, Miami, Fort Lauderdale,
Pompano Beach, Boca Raton, Boston, Philadelphia (ih, bem, tem brasileiro em tudo quanto é lugar!), acabou virado nome de carro. Trovejou! Aguenta! Vem o tsunami. Tente pegar um barco, ou um navio. Fui que hoje é sexta-feira. Linda. O dia está comemorativo, e um olé na concorrência, e se a Vogue abafava nome e categoria, elegância antes, se queimou. Olha o funeral! Aê!
PS: Aleluia que não é comigo. Bye. (Rosaly Queen) (Fotos Rosaly Queen - Almighty Agency)




sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Tenistas usam preto no US Open 2019, em ação comandada por Rafael Nadal. Tennis players and guests wear black in Us Open, in action from Rafael Nadal.








Em ação sucessiva, os tenistas do US Open 2019 usaram preto, em look total ou conjugado, em uma ação que teria sido comandada pelo número 2 do mundo, Rafael Nadal, depois que o espanhol se desentendeu com a jornalista brasileira Rosaly Queen, por telefone, e teria decidido retaliá-la a nível internacional. Vários artistas, personalidades e gente da moda apareceu no evento usando a mesma cor, como se fosse uma brincadeira, a tal retaliação. "A maioria nem sabe o que aconteceu, e só acompanhou o uso do preto, que se refletiu em vários posts via redes sociais. Isso atingiu fortemente a jornalista, que não sabia do que estava acontecendo, por não estar acompanhando o evento pela tv, e foi um ato orgulhoso de Nadal, para atingi-la negativamente. Coisa pessoal tem que ser resolvida de forma pessoal, não dessa maneira, como ação que significa bulling, porque teve outras ações em cascata. Queen foi humilhada por revista francesa, e outras publicações da Vogue seguiram o mesmo", disse uma amiga da fotógrafa, que não quis se identificar. Roger Federer, Gael Monfils, Serena Williams, e outros tenistas que não conhecem a jornalista, seguiram o mesmo. "Isso é um absurdo da parte dele e dos tenistas. Engedraram uma 'guerra' com ela, entre esportes, patrocinadores, para tentar lesá-la, de alguma forma, pela revolta dele. Gente como Federer, que fez inúmeras provocações negativas para atingi-la, e ganhou dinheiro com comerciais em cima dela. É completamente sem noção, arbitrário, e sem sentido. Promover o orgulho de um atleta com bulling, não é algo 'louvável' no esporte, ainda mais tendo sido ela que o motivou no ano passado a subir ao topo do ranking, com vídeos e posts, e ficando até cinco horas no telefone para levantar o tenista, depois que ele perdia uma partida ou campeonato. Completamente inútil, negativo, e desaprovável. Se o US Open concordou com isso, está perpassando uma noção de esporte segregacionista, e artistas que seguiram o mesmo, venderam uma imagem de concordância com o bulling, como Bem Stiller", afirmou um jornalista, amigo de Queen, que também preferiu não se identificar, porque cobre esportes. O ato foi repudiado por várias celebridades. Alicia Keys usou look branco total em post do Instagram. (Berlin at 9)

domingo, 27 de janeiro de 2019

Streets in Fashion: Match. Estilo de moda de rua: amarelo com preto.


As mini florezinhas só quebraram o amarelo forte do vestido em dias de inverno. Botas pretas, coat cinza. Perfect match. Style, babe, style. (Rosaly Queen, Foto Reprodução)