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quarta-feira, 18 de março de 2020
Onde está o Karl? Missing Karl Lagerfeld...
Desfile na neve da Chanel, depois da morte de um de seu maior designer, depois de Gabrielle, e de todos os tempos. Do esqui à praia, do fotógrafo à fotógrafa, do amor pela moda, pelo design, pela classe, elegância, feminino reforçado, com essência de poder. Assim foi Lagerfeld, durante os mais de 25 anos que trabalhou para a maison francesa. Muita gente sente falta dele, do design superbe, soberbamente chique, clássico, elegante, e ousado em minimos detalhes, que sempre maximizaram o gosto pela marca mundialmente. Ao alemão fotógrafo e gigantesco impacto na moda mundial, que causa saudade quando a gente se lembra das coleções e desfiles feitos em supermercados, na praia, do leão branco gigantesco em salões poderosos... ai que falta faz... Um vazio enorme. Halo, Karl, onde quer que você esteja... (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
Moda 2020 - The best. Fashion 2020. Who knows, who knows. Influencers.
Moda que queremos, acima Paris 2020. Quem sabe sabe, quem não sabe imita, tenta fazer igual, mas não tem savoir faire. Quem critica e não sabe, procura a influência. Das redes para as passarelas, das mãos criativas para corpos certos, inteligenzia, sem copy-cats. Ter estilo é essência. Quem sabe, sabe. Quem não sabe, paga nota falsa que não funciona. Porque hoje, a visão tem curadores e lentes. Voilá! (Rosaly Queen - Foto Reprodução)
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
Falsetas da Vogue Espanha, perda do Oscar, pain de Penélope, no Gain. Deu coqueiros. Água de coco, vibe de praia, e de brasileira linda. The bad vibes, black mood, Vogue´s mistakes and tomatoes for Penelope e Almodovar. The barbecue is on the table.
Eu, para revista, editorial, abaixo, resposta com pimentão à Vogue, edição de abril 2019, do esbafórdio de editorial feito pelo cineasta Pedro Almodóvar, para tentar detonar brasileira, quase totalmente alemã, para, em suma, promover atriz sua, Penelope Cruz, junto com outro símbolo, mais passado, Antônio Banderas, que não levantam mais audiência, e, em suma, era para tentar colocá-los em foco já que o Oscar estava se aproximando, e eles estavam, digamos, sem muito cartaz. Patrocionismos de casa, e, a tentativa era queimar quem estava dando ibope, junto com os coqueiros, e fomentar a fama do ex, espanhol, como se ele fosse quem estivesse dando as ordens, e brasileira fosse a da esquina abaulada, na ínfima. Anos de praia, surfe, tubarões, montanhas, moda, esqui, e... tchuf! Decelebs... Sabendo como funciona a auto-promoção do país e figuras, mas, em suma, com tudo que fizeram para me queimar, aliando figuras detonecidas loiras, de roupa rosa, ou com vestido amarelo-brasilis (isso foi o de menos, porque teve coleção antes com loira morta em rede na areia, algo tão grotesco, tão mortal, indução a que? Suicídio? Que "bela" moda, "bela" inspiração, que nunca aconteceria se fosse, na Espanha, a Penélopesa. O problema, "pobrema", foi que Penelopesa, que teria sido a editora, ou co-editora, esqueceu ou não sabia que aqui tem jornalista, editora de moda, fotógrafa de moda e passarelas, e para comprar a banana, o pimentão, o tomate, são dois minutos. Quer dizer, uns 5, para chamar o motorista e sair do condo, ou deixar a prancha de surfe, ou o aeroporto, e ir para o café. Cafeína! Santa-Ceia da paella? Mulher de preto rezando? Terço é símbolo de catolicismo, não precisa fazer faculdade ou filme para saber. Errou o GPS.
Bem, a tentativa de queima ficou no Pain (Dor) - Banderas não levou Oscar, e quem agarrou a estatueta foi Brady, o que usou figurino de amarelo, com coqueiros no cartaz do Once Upon a Time in Hollywood, e chegou deóculos escuros em Cannes, uh-la-lá, com mister Tarantino, e Léo (di Caprio), na mesma versão. Mas com modelitos diferentes. Tarantino fez pose de queixo para os fotógrafos.
Penélope ficou no veu preto, segurando o cachorro de pintinhas. Que vibe erronea, pobre e louca! Ai meu pai! Ai meus sais! Quer uma água de coco? Meu bem! Hidrata pele ressacada e ao abrir a boca para sorver a água no canudinho, destrava o queixo, problema de face travada, e má diccção. Tadinha. Ficou com cara de bruxa... Antonio, espero que não seja alérgico ao camarão... No pain, no Glory... Oh, pain. E a brasileira deu um olé! lé! lé! tão bem dado, que espanhol ficou de queixo no chão. Nem todos. Porque têm uns que ainda estão com um sal, um tempero, uns músculos, uns óculos escuros, que aceleram e nao morrem na praia. Meu bem! Que esbórdia é essa? Tantos anos de moda, de tudo, muito soro anti-ofídico contra jogadas, trapalhadas, trapaçadas. Curta o look negro com dor, porque o Oscar desse ano teve sol e água coconut, palmeiras, e depois do Brad se esticar no sofá da Ellen, com coqueiros atrás, e nem precisou de tanto agente assim para que os coqueiros se espalhassem igual vírus no mundo inteiro. Quer um solzinho, com marzinho, com português bem falado, e, ai, ai, ai, doeu. O erro doeu! O Storm do nonsense do apresentador plastificado, com uma graça sem graça que brasileiro inteligente dispensa em Nova Iorque, Miami, Fort Lauderdale,
Pompano Beach, Boca Raton, Boston, Philadelphia (ih, bem, tem brasileiro em tudo quanto é lugar!), acabou virado nome de carro. Trovejou! Aguenta! Vem o tsunami. Tente pegar um barco, ou um navio. Fui que hoje é sexta-feira. Linda. O dia está comemorativo, e um olé na concorrência, e se a Vogue abafava nome e categoria, elegância antes, se queimou. Olha o funeral! Aê!
PS: Aleluia que não é comigo. Bye. (Rosaly Queen) (Fotos Rosaly Queen - Almighty Agency)
Fashion in years. Moda pelos anos de passarelas, fashion weeks.
Moda, esportes, correspondência internacional, presidentes, ex-presidentes, saúde, beleza, e, também fotógrafa. O que os outros podem pagar para esconder, catapultar terceiros copiando perfis, armar, empurrar com marketing, não pode apagar quem você é, faz ou fez. Mesmo que na sua fase low-profile. O problema de rede social é montar respostas rápidas, contra-atacar diariamente, minuto a minuto, vigiar para bater de frente, criar problemas onde não tem, inventar coisas de quem não se tem contato. Gente que extrapola, outros que usam para injetar veneno. De todas as formas, o jeito não é se retirar, é fazer o detox diário, cobrar, de quem se sente no direito de inventar para abater, e, no demais, fazer seu trabalho bem feito e ser feliz. Feliz 14 de fevereiro! 2012, 2005, 2014 (Rosaly Queen) (Fotos Rosaly Queen / AlmightyAgency / BigNYPress)
quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
A praia de alguns. Beach, sun, snow.
E tudo fica muito bom, quando a praia é neve, esqui, descida de montanha, óculos de grife power, gente power, e o man que fez tricicolias sobre idas à terra maravilhosa... deixa pra lá. Nem todo mundo acredita em constante fake news. Fake ones. Dia de sorrir. Em neve ou não. Aehhh! Snow, let it snow... Sun, no beach, or beach, sunglasses, and a blonde happy with friends, going and back from those Almighty lands... Good weather. (Rosaly Queen) (Photo Katharina K)
Passa, tempo. Semanas de moda, fotógrafa em ação. As time passes by. Photo.
Ana Beatriz e La Bundchen (não sei se o chamado indiano foi para mim, mas... usou a cor), clicadas em semanas de moda, uns anos lá para trás. Fashion weeks and clicks, backstages, back in time. When you don´t have to pay for the covers.
I dont know if la Bundchen called me... brazilian... from... never mind, but, some dresses were copied from somebody elses trends. Things change. In life. Quickly. Lifestyle. (Rosaly Queen) (Almighty Agency) (L'Office 9)
Capas, Moda. Fashion covers.
Rosaly Queen - Almighty Agency - L'Office 9
Finding some old files, Elle´s covers, through 7 years as reporter for the magazine, in Brazil. Recuperando alguns arquivos de moda, capas de revistas Elle, 7 anos de Brasil. (Rosaly Queen - Almighty Agency)
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
Se a vida de muitos são apenas datas de calendários, e rotinas de agenda, repetições frias e mórbidas, atendendo a regras de "mercado", obrigações, necessidade de dar satisfação a público, outrens, mude as regras. Se todo fim de ano, é a mesma reza de fazer a dccoração de natal, agendar a viagem, a compra de presentes, vencer não sei o que, lembrar do primo do tio da família e posar como propaganda de margarina... lifestyle é ter ID. É fazer por si mesmo. Mudar as regras chatas. Alterar as reações. Reagir. Não ser comandado por outros. não esperar o post, para que alguém revide antes. Não se dar a propagandas alheias, a gingados estranhos para garantias outras. É exercer poder de mudança. Para não se acomodar à derrota, aos conselhos dos outros que não vivem a sua vida, não têm o seu DNA, não sabem o que se vive, e só se quer manter uma aparência rigida, mórbida. O fim de ano não acabou. Ano não se acaba em mês ou semana. As coisas mudam, quando alguém acredita e age e altera as circunstâncias para melhor. Gente fatalista é muito chata. E viver de rotina, de calendários preparados, é muito enfadonho. Fados tristes. Viver é ampliar a visão e agir. É estender os limites. Tente fazer novo o sabor. Provar do ir contra. Quebrar regras. Cada dia tem 24 horas preciosas para serem vividas não è maneira dos outros, mas à sua. Voilá! (Rosaly Queen) (Berlin at 9) (Foto Reprodução)
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Estilo coleção nova Lacoste. New collection Lacoste. Riviera.
O coqueiro do lado do jacaré da coleção da Lacoste. Ficou parecendo a propaganda da Starbucks do café com coco, o halloween com coqueiro... Funny. The aligator together with the coconut tree - Novak, was that you? Creative. New Riviera, Lacoste. (Rosaly Queen) (Foto Reprodução Lacoste)
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Dolce & Gabbana, Roses, and Grazia. Fashion collections.
A grife italiana Dolce & Gabbana se superou em termos de coleção. A Primavera-Verão 2020 trouxe vestidos com estampas tropicais, flores amarelas na cabeça, combinando com sandálias idem, minibolsas, uma painel de vegetação atrás, e vestidos com prints de rosas e garotas com fones de ouvido, e coroas na cabeça. Nos vestidos se lia "Je t'aime, mamman", com prints de rosas. Je t'aime, Domenico, Je t'aime Stefano. Um desfile de tirar o fôlego, e fazer sorrir, e sentir a preciosidade da moda em dias que muito se transforma apenas em ataques negativos. Merci aussi, à Dior. Je t'aime, Grazia, Maria! Lindo de viver, beautiful the fashion collection, Stefano and Dolce, the feeling was like a billion yens queen... Precious collection with a tropicalism touch, yellow and pink flowers in the models hair, babies in the catwalk, Bianca Balti pregnant, and dress with roses prints and the words 'Je t'aime mamman'. One of the most precious and delicate fashion shows ever... Like a fairy tale, sensitive, amoreux, against some negative flows. Better flowers. Applause! (Rosaly Queen) (Fotos e video: reprodução)
https://www.youtube.com/watch?v=P6O0f1ZBr0Y
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Fashion show: White and colors. Desfile em branco e cores.
Desfile em off white e em cores, coleção 2019, Virgil A. Clique e assista.
Fashion show in off-white and colors, Virgil A. Click and watch. (Foto: Reprodução)
https://www.youtube.com/watch?v=leQ5HLO3cJk
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Moda, estilo, cada cabeça uma sentença, rapidez, intenções e redes sociais. Fashion, re-interpretations, quick messages, love and another mind-mood.
Moda é feita de inspirações várias, e os desejos de se vestir bem, disputar atenção entre marcas, querer figurar com brands caras para dar a dizer em revistas, fomentar assunto para irrigar revistas de celebridades, e gente com humores incensários, ou mais minimalistas. Calmistas. Não dá para se reduzir muito, ou se querer estar à dolce far niente depois de anos e anos de desfiles em datas corridas, certas, e ter direcionado algumas atenções para outras áreas. Casar datas e agendas não é algo tão fácil. Nem assuntos distorcidos de imprensa que tentam mirar o bom que acontece para alguém em outros países, vide uma defesa de exterior contra façaísmos de assédios frequentes, com intentores querendo queimar sua imagem e reverter os confetes para seus funcionários. Ainda mais quando a coisa é diária visando a única intenção de que se preste a atenção ao redemoinho intencional, às queimas, aos atos racistas, ao uso da repetição e de figuras e nomes, para tentar retraduzir, de forma negativa e enganosa, algo de bom que venha de fora, em torno de algum desafeto.
A intenção era ir atrás, fazer amizade com uns, jogar contra outros. Até criar o caos. Quando não se consegue, e a ID de alguém impera, outros copiam. E são eles que querem aparecer na capa da revista. Se não se põe o pé na frente logo com questões de engano, muita gente quer queimar o original, e fica bombardeando diariamente via internet. Redes sociais. Anti-sociais, fonte de inspiração, ou de enganos, aversões. Fingir, parecer ou roubar a ID de alguém para se parecer, fazer sorrir, e instilar o erro no backstage. Quem liga? Quando se quer fama, e fomentar fama, tudo é valído. Certo? Bem, não é bem assim. Há um mercado, vontades, volupias muitas, e muita gente querendo ganhar em cima de quem acha menos rápido, inocente no material que fornece, para uns desviarem da maneira que querem. Para ganhar um jogo, para proteger a área, para fingir ser ideal, e rasgar o que está ali sendo alvo de boas intenções. Reais. Mas dizem que delas o inferno está cheio. E de repente, se está numa cidade distante, e tem que se responder ao desejo de outrem. À força de pressão de alguém que não quis perder um 'jogo', e forçou marketing e derrubadas. Vontades de quem?
Não respondeu? Vamos interpretar. Reinterpretar. "É assim?" "Não, não é" "Respondeu tacitamente" "Fulano não gostou" "ID? Minha mulher não chamou a atenção" "Troque a bolsa" "Fulana é selvagem" "Não, foi só uma brincadeira, uma hashtag, um afago do coala" "Alguém usou" "Revidou" "a vida não pode ser tão perfeita" "Vamos estragar" "Respondeu errado" "Vacilou" "Onde?" "Estava ancorado" "Não, pulou a viagem de cansaço" "Fez o que?" "Ficou no celular" "Você tem que fazer tudo?" "Sim, até empurrar para ir fazer o trabalho porque desanimou" "E falou o que?" "Um colega de treino te disse mal, meteu a língua, e nem te conhece. O inglês apimentou, alguém se juntou, usou, porque a intenção era a brasa para a sua sardinha" "Enganos constantes" "Larga o celular" "Alguém joga a mentira rápida na capa, para conseguir o empurrômetro" "FEz os meandros, queria chamar atenção, repetiu roupa, uma hora a caladez junto com a queima, funcionam" "Alguém falou?" "Não" "Cada cabeça uma sentença" "Não apareceu, jogue as bananas. E o cipó" "Mas é preconceito" "E havia flores espalhadas" "Alguém não gostou de tanto floreio, resolveu fazer um statement contrário" "Por que?" "Perguntou o que aconteceu?" "Não" "Jogou a lama" "Alguém aproveitou" "Não, inglesamente falando, pegue um dia de frio, e diga que todos os dias são assim no ano, porque, para quem vive entre nuvens, ver o sol é difícil. A ação está condicionada. Ver o preto. Óculos só escuros" "Ver com a visão de outros?" "Sim, espelhos contrários" "E aí? "Internet emenda um assunto e imagem espalhados, de algo que não sabem. Gotas de água formam tempestade, depende de quem acha que dá as ordens" "Entendeu?" "Não" "Cansaço bateu" "Nem pegou o áudio do telefone" "Vive de que?" "Reinterpretações errôneas de pessoas com vivências cáusticas, que vêem só os espinhos e os sangue do furo quando pegam rosas" "Qual o interesse?" "Próprio" "Monetário, famístico, tela de tv, fomento de imprensa, pegar atenção, viver de ler e procurar problema onde não tem" "Por que?" "Porque não há assunto para jornal" "Quer o que?" "A guerra" "Falar mais alto" "provar que não perdeu""Não falou?" "Não gosta de pessoalidades na internet" "Alguém vai se fazer de vítima, e alguém enfiar a espada na mão de outrem" "Todo mundo quer uma bagunça" "Tem copo meio cheio e meio vazio" "O que querem?" "O veneno no copo meio cheio" "Quem bebeu?" "Quem quis" "Era verdade?" "Não sei. Mas fulano falou, alguém se sentiu ignorado, a marca carimbou o que quis para inspiração. Afinal, nem tudo pode ser doce, e as intenções são pérfidas. Só interessa o marketing" "O inglês vive na sua casa?" "Não" "Negativista por natureza. MAs tem um símbolo de esporte" "Mesmo sem saber o que fala" "Certo" "Não é catedrático em comunicação" "Qual o erro?" "Transparência" "Preferir?" "Robos e rotinas" "Gente sem emoção, que finge elas" "Atingidos por press-nasty-accounts?" "Não" "Vida comunzinha, sem tanto incômodo, sem opiniões formadas, que choquem atitudes erradas" "Por que?" "Afinal, vida é fama, dinheiro, comida, e bobagens de cardápio" "Isso é o new influencer?" "É" "O que aparece forçado, mesmo sem ninguém saber exatamente o que fez." "Isso é fácil" "É" "Amor é o que?" "Não sei. Acho que ninguém sabe mais. Quando aparece, é esquisito, reage sem mecanismos herméticos, fechados, então, deve ser selvagem. Porque não é plástico. Árvores de plástico não precisam ser regadas, da luz do sol, nem da chuva. Elas ficam aparentemente bem o tempo todo. São práticas. E é isso que todo mundo quer, né?" "Pois é. Mas, para o fotógrafo, bate a luz do reflexo, e parece artificial. As cores não despertam desejo, nem naturalidade" "Mas é só passar um paninho, e está tudo bem" "É" "Ecologia é mais aparência de discurso, porque se quer mais árvores artificiais, do que pessoas naturais" "Procurou a árvore onde?" "Na selva" "Que selva?" "Do mundo do celular. De intenções distorcidas, e de chips rápidos, em vez de cortes de wifi, e pessoas reais" (Rosaly Queen) (Visionários, selváticos ou recolhidos) (Foto Reprodução)
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Julia Roberts em Rosa, Capa. Julia Roberts smiles in pink.
Sorridente, linda, esplendorosa, Julia Roberts feliz na capa rosa da Bazaar. Inspirações à parte, a Linda Mulher mostra o poder da cor, que se espalhou pelo mundo inteiro. Não é só de rosa. É anti-assédio, é de respeito a profissionais mulheres, assediadas por ataques e mentiras de mídia, e de invejices do meio, cheio de distorções financiadas ou arranjadas, para fazer deglutir o desejo de fama de quem faz pouco, usa outros, e quer muito sem esforço. Julia, em sua carreira, passou por atropelos, aprendeu as lidas de Hollywood, e não foi fazendo o caminho pagando capa, copiando design, repetindo look de outros, mas transmitindo sua própria identidade a seu modo. O rosa não foi roubado da flor. Foi exaltado pela singularidade do que o tem significa, mas muita gente quer puxar a brasa para a sardinha da maneira errada. E floreia e esconde. É bem assim, Julia. O sorriso aberto é feliz. Inconfundível. Bom ser rosa. De Rosa. Nome da Rosa. (Bazaar - Foto Reprodução) (Rosaly Queen)
sábado, 31 de agosto de 2019
Moda e estudos em Nova Iorque. Modernidade e natureza. Fashion, wild nature, New York and brazilians.
Dos tempos de estudos em Nova Iorque, a foto de banner da Gisele Bundchen quando estava decolando na carreira internacional. Vida que vai em linha reta, volta, vai em linha de novo e reaponta continente americano, europeu, e muita gente acha que só uns poucos e raros brasileiros conseguiram se impor e trabalhar em territorio novaiorquino e europeu, demais americanos. Falar de vida selvagem é rústico demais, para quem não fica tanto em bastidores, mas tem gente que faz questão em se superlativar, e se trasladar a outras instancias mais superiores. Faculdade não é selva, nem colégio de Nova Iorque. Nem moda, nem fotos de passarelas, nem produzir capas de revistas, nem segurar a câmera, nem discursar sobre algo mais que água e índios na ONU, United Nations, e de árvores. Sentar onde? Não só na segunda, na primeira fileira de desfiles, mas anos em cadeiras de faculdade, para poder entender e bater de frente contra desvios de políticas, que favorecem uns, e deixam o Brasil, por exemplo, no caos, a desmandos de mídia, ignorando presidentes que querem fazer algum tipo de limpeza, e veem reportagens distorcidas, manipuladas, enquanto alguns se valem de propagandas várias, utilizando ID de outros, promovidos pela mesma mídia. Em detrimento de ameaças e algum tipo de engano, falácias. O pacote pode vir embrulhado bacana, dar Ibope produzido, mas mudar rumos de desigualdades, e exercitar cabeça pensante, sem que seja promoção de Machu Pichu ou de água, não é só morder o morango orgânico. Outras coisas mais têm que ser orgânicas. Mas quem fala, tem que ser calado, ou comparado a indígenas, se o ex do cinema rugiu. Moda em plataformas ou sem ela, chinelos não são para acampamentos - viraram flip flop em inglês. Discrição não combina com cocar. Apesar de aparecer em desfiles, de vez em quando. (Rosaly Queen - Almighty Agency - Big NY Press)
Moda em arquivos. Fashion in files.
Dos idos das revistas Elle, que fechou as portas no Brasil (7 anos na editoria de beauté), aos anos de semanas de moda (Rio, 2009). (Berlin at 9) (Rosaly Queen)
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Ela vem de Rosa, toda garbosa, a autoridade da Rainha Inglesa. She comes in pink, with authority, the Queen Elizabeth.
E logo depois do azul, do floral, e da riqueza do branco ostentoso, com brilhantes profusos, a ranha da Inglaterra apareceu assim, de rosa, apagando Melania Trump, que estava chique, mas a poderosa monárquica mostrou que está antenada com o mundo, e exercendo seu poder de direção e de opinião. Poderosa como ela só, se a rainha não é nada menos que o máximo, ela enfrenta mini-Goliahs com a precisão de uma cor. Em time vencedor não se mexe. Ela sabe bem disso. Calou a boca da concorrência. E nem precisou mostrar número nenhum, subir num pedestal, publicar nada em conluio com caixas de champagne pagas, mas só de um discurso valoroso e justo. Coisas de qualidades diamantadas e pendões de realezas. God Save the Queen. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)
Cores da monarquia. Queen Elizabeth´s colors, style.
Estilo monárquico que não desbota, não se apaga com o passar do tempo, só enriquece em cores e humor e ... superbe, a rainha da Inglaterra, Elizabeth II, entende bem da conjugação da elegância, com movimentação de cores e fashionismos nada à parte, ela encabeça o tres chic da realeza. Queen Elizabeth II gets better and better as the time pass by - colors for any kind of weather. She understands about fashion, elegance, and right attitude. The fair-play, fair-wear. Top. (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)
sábado, 1 de junho de 2019
Hoje, no Instagram: Get the Yellow Fever.
Follow the yellow signs: Oscar de La Renta, in Instagram, today. Cores para uma alta costura, e humores elevados - Oscar de La Renta, um primor em amarelo. Brasil encontra o luxo de Paris. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Time for Joy. Joy, Dior.
Criações preciosas da Dior. Blue eyes, água, rebeldia, perfume, romance, alegria. Time for Joy. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)
Francis Lawrence e Jennifer Lawrence, entrevista para o lançamento do perfume Joy, da Dior.
"She comes in colors as the ... rainbow..." (Rolling Stones) (Joy, Dior)
(Fotos: Reprodução)
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