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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Fashion in years. Moda pelos anos de passarelas, fashion weeks.




Moda, esportes, correspondência internacional, presidentes, ex-presidentes, saúde, beleza, e, também fotógrafa. O que os outros podem pagar para esconder, catapultar terceiros copiando perfis, armar, empurrar com marketing, não pode apagar quem você é, faz ou fez. Mesmo que na sua fase low-profile. O problema de rede social é montar respostas rápidas, contra-atacar diariamente, minuto a minuto, vigiar para bater de frente, criar problemas onde não tem, inventar coisas de quem não se tem contato. Gente que extrapola, outros que usam para injetar veneno. De todas as formas, o jeito não é se retirar, é fazer o detox diário, cobrar, de quem se sente no direito de inventar para abater, e, no demais, fazer seu trabalho bem feito e ser feliz. Feliz 14 de fevereiro! 2012, 2005, 2014 (Rosaly Queen) (Fotos Rosaly Queen / AlmightyAgency / BigNYPress)



terça-feira, 16 de abril de 2019

Estilo chique. Tres chic, bullet-proof.


Estilo que não é para quem não entende nada de moda, só de aquirir via dinheiro alheio, e achar que só grife salva, sem escolaridades de anismos de cadeira-senta, gosto-prova, experiencia adquirida, e, que, infelizmente, pode funcionar na revista paga, mas não na vida real. A essência não cheira, nem transpira. Não adianta tilintar a marca, falar o preço, mandar publicar, junto com make carregado e cabelo alisado à força. Ou inventando engajamento. Ou seguidores via...Tem coisa que é no sangue, que é na essência, que se adquire. E elegãncia não é copiar atitude dos outros, e reproduzir com cara indulgente, via assessoria de imprensa. A pipoca pode ser muita, mas o gosto é bem estranho. Tem gosto de carrinho de esquina, ou bolsa que se roda à meia-noite, ou gente que já rodou, e finge estar em pé, tentando atropelar estrada para ganhar fama. Em terra de cego, se caolho é rei, em terra que se usa lente própria, todo mundo enxerga o engano. Moda e retrospectos, experiencias chiques, valor e atitude, e cópia do print do logo. Se identifica com quem assume mesmices, paradigmas errantes. Não com quem se esmerou para produzir certas chiquerezas. As que prevalecem, e identificam gente realmente chique. Mesmo de flip flop à beira do mar. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

2016 voa. Free fashion.

2016 voa, e ja' e' maio. Comeca o frio no Brasil, e do outro lado, a primavera. Liberdade no modelo de Patricia. Um must-have. Quem vai ficar com os pes colados no... chao? Eu naaaao! Deixe aa estatuas para tras. Quem para no tempo e'... camelo? No tempo da lactose free, a PR deve estar tomando iogurte no lac bem mais fracionado agora. Regime. Forcado. Outch! Mas o modelito e' lindo. Quem fez, entende bem do riscado, ha anos perseverando em semanas de moda. Ter estilo e' outra coisa. Sem alarme de panico. Ne', Juliana?
2016 is time to fly. If you are standing in a Dilma's bad black clouds, just fly away. Are you a statue? Is your belly showing up in that weird shorts and gray tshirts? Girl, send this guy out. No time to listen "abobrinhas" (look at the dictionary). If Brazil looks too boring, go to Tegucigalpa. Know that boring boring people just vanishing away? Just... fly away. Nice outfit. For freedom. As you dont have to explain not a thing for any one, or curious ones (this is the delicious part of the pie) just fly away. The year is just... starting. (Rosaly Queen) (Foto: Almighty Agency)