terça-feira, 16 de abril de 2019

Estilo chique. Tres chic, bullet-proof.


Estilo que não é para quem não entende nada de moda, só de aquirir via dinheiro alheio, e achar que só grife salva, sem escolaridades de anismos de cadeira-senta, gosto-prova, experiencia adquirida, e, que, infelizmente, pode funcionar na revista paga, mas não na vida real. A essência não cheira, nem transpira. Não adianta tilintar a marca, falar o preço, mandar publicar, junto com make carregado e cabelo alisado à força. Ou inventando engajamento. Ou seguidores via...Tem coisa que é no sangue, que é na essência, que se adquire. E elegãncia não é copiar atitude dos outros, e reproduzir com cara indulgente, via assessoria de imprensa. A pipoca pode ser muita, mas o gosto é bem estranho. Tem gosto de carrinho de esquina, ou bolsa que se roda à meia-noite, ou gente que já rodou, e finge estar em pé, tentando atropelar estrada para ganhar fama. Em terra de cego, se caolho é rei, em terra que se usa lente própria, todo mundo enxerga o engano. Moda e retrospectos, experiencias chiques, valor e atitude, e cópia do print do logo. Se identifica com quem assume mesmices, paradigmas errantes. Não com quem se esmerou para produzir certas chiquerezas. As que prevalecem, e identificam gente realmente chique. Mesmo de flip flop à beira do mar. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)