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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Erros sem ganhos durante Pandemiastas. Pain and no gain with Corona. Pandemic, commerce, fit and effects.

O Corona Vírus e seu contágio rápido e alastramento não perturbou tanto como a mostra da completa incapacidade dos governos em lidarem com a situação. Trancar pessoas em casa, sem canal de suprimento adequado e contando com a equivocadissima ideia de que se cura dos riscos minando o vai se vem da economia, foi a pílula que ninguém queria. Mas nós países mais acomodados, medrosos, se tomou. A seco. Lidar com um vírus não é só lidar com tato, respiração e espirro. Febre. É aplaudir médicos com fotos dormentes enquanto outros se acampam em casa sob hashtags. Governos brasileiros querendo imitar pareceres europeus é  fora de cabimento. Mas sentados em cadeiras e sem experiência, foi o que aconteceu. Pior do que aparecer em foto de jornal em ligação para o presidente da França. O que é que a América do Sul vai usar da experiência francesa? Talvez o croissant para comer com café, sentado em casa. Hashtag "croissant com cafe" "Governo inefetivo #emcasa". A troca de papéis e economias disparadamente diferentes não faz jus a foto. Europeu tem reservas financeiras. Brasileiro, de praxe, na maioria, não. Aí, o "essencoal" vira a arma de destruição do Covid. O trancamento sem planejamento econômico levou cidades e população a bancarrota. Shoppings com mais de 30 lojas que se entregaram. Entregaram o ponto. Não fizeram a reclamação como deveria. Recursos foram ignorados. É a pior propaganda da inexperiência apagou cidades. Devastou. Pior que o vírus. É a falta de reconhecimento da incapacidade de gerir. "População iouo", disse um taxista. O ano da fome. No Brasil, a imprensa ajudou a criar a sensação de desconfiança, incapacidade e pânico. Filas enormes para pegar um misero ticket de auxílio emergencial foram o escape vergonhoso da fome - 600 reais para 4 meses, algo como cerca de 120 dólares. Arroz, feijão, óleo. Brasil do que? Trump ofereceu 1 milhão e pouco, que é  insignificante mediante tantas necessidades emergenciais no Brasil. Foram 3 trilhões e 600 para os Estados Unidos. Se a prioridade, para ele, sao os americanos, os Estados Unidos formam uma das maiores Torres de Babel do mundo. São diversos paises, de afegãos a paquistaneses, japoneses, franceses, italianos e alemães em Nova Iorque, Boston, Miami, e aquela concentração básica de brasileiros que fortalecem a base da economia do país. Como falar de Miami e Nova Iorque sem a tapioca, e a comida brasileira que vira conforto e refúgio para os verde-amarelos que empoderam negocios americanos. Não é  hora de ser separatista. A prioridade é a cura do Covid, e fornecer condições de um.minimp de bem-estar e de evitar tantos danos na economia. E, consequentemente, nos negocios, mas reservas financeiras, e no poder aquisitivo de quem foi impactado de várias formas pela pandemia. Situações de stress e desespero por parte de empresários e comerciantes, e de vários que tiveram emprego comprometido, causam outro efeito perigoso que os governos evitam falar. Situações de suicídio, por desespero e negatividade psicológica, muitas vezes ampliada pela responsabilidade da mídia, que quer falar de números e consequencias, enquanto piadas surgem junto. "Há pessoas trancadas em casa, e outros tentando faze-las serem impedidas de sair. O governo teriam que assumir um controle do que não estão tendo. As pessoas precisam se sentir mais seguras e menos impulsionadas ao terror.  Se não há uma preocupação genuína, há joguetes sem valia", disse C.H.Matos, economista. "Se o Brasil não tem tanta verba para lidar com surpresas como essas, deveria ter apelado para quem tem. É não expor a população a situações assim", disse ele. 

Hotéis funcionam com pouca capacidade, pela falta do trânsito normal de viagens, mas obedecem as regras sanitárias com higiene e cuidados com o serviço de café da manhã, por exemplo, para evitar aglomerações. Produtos embalados e mesas separadas. 

"As pessoas precisam contar com algo mais do que cestas básicas, para a classe menos favorecida da camada social", disse Ana Costa, empresária, que ajudou seus funcionários com um "extra" durante a pandemia. "Há falta de funcionamento de setores que poderiam estar em atividade no Brasil. Academias são necessárias para saúde e bem estar, evita impulsos de ansiedade e controla depressoes", disse Thiago R, professor. É  preciso pensar no impacto, não só imediato, mas nos meses seguintes das mas nas decisões que governos tomaram, ou a complacência do que não fizeram durante esse período mais crítico  Muitas lições a de aprender no Brasil, e que mídia não é  só  ficar sentada explorando visibilidade. "Eles também vão ser afetados pelos próprios serviços de que dependem. É  o toma-la-da-ca", disse Carlos López, relações públicas. "Brasil precisa de mais responsabilidade e planejamento, com pessoas capacitadas no poder, e não só propagandísticas. Países que não cuidam previamente da saúde de seus cidadãos, incorrem em problemas maiores. Quem escondeu o avanço do vírus, também. A hora é de responsabilidade que vai refletir não só no desejo do governante mas em milhões de pessoas que estão liderando. Comodismo e complacência  palavras inaceitaveis", disse Ana Katarina Moulet, designer.  Incerto, é  preciso consertar o rumo. "O que é  socialmente elogiavel, torna-se uma complacência plausível unilateral, mas totalmente ineficaz, sem impacto positivo. Coisa para inglês ver", disse ela. 

terça-feira, 16 de abril de 2019

Estilo chique. Tres chic, bullet-proof.


Estilo que não é para quem não entende nada de moda, só de aquirir via dinheiro alheio, e achar que só grife salva, sem escolaridades de anismos de cadeira-senta, gosto-prova, experiencia adquirida, e, que, infelizmente, pode funcionar na revista paga, mas não na vida real. A essência não cheira, nem transpira. Não adianta tilintar a marca, falar o preço, mandar publicar, junto com make carregado e cabelo alisado à força. Ou inventando engajamento. Ou seguidores via...Tem coisa que é no sangue, que é na essência, que se adquire. E elegãncia não é copiar atitude dos outros, e reproduzir com cara indulgente, via assessoria de imprensa. A pipoca pode ser muita, mas o gosto é bem estranho. Tem gosto de carrinho de esquina, ou bolsa que se roda à meia-noite, ou gente que já rodou, e finge estar em pé, tentando atropelar estrada para ganhar fama. Em terra de cego, se caolho é rei, em terra que se usa lente própria, todo mundo enxerga o engano. Moda e retrospectos, experiencias chiques, valor e atitude, e cópia do print do logo. Se identifica com quem assume mesmices, paradigmas errantes. Não com quem se esmerou para produzir certas chiquerezas. As que prevalecem, e identificam gente realmente chique. Mesmo de flip flop à beira do mar. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)

sexta-feira, 22 de março de 2019

Pretty Rose, Queen, Kings.


Coleção Gucci, pink-rose, 2019. When colors fall over our heads as the good rain. Amazing ways. Sometimes unknown, but nonstop. Surrender. Danke schon, guy!
                    (Rosaly Queen) (mit Berlin at 9) (mit Almighty Agency) (mit Big NY Press) 
                                                              (Fotos: Reprodução)



Giambatista Valli, catwalks - pink 


JLo, pink, 2019 Giambatista Valli