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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Semanas de moda europeias e por que a predominancia em preto? Black for fashion? Who reads online, dont understand the real, and make it become fashion.

Chanel 


Fora dos circuitos de moda europeus por algumas temporadas, ficou meio insano revisar o que começou a acontecer como tendência reproduzida do que se repassa pela internet, confusões forjadas por marketing, e quem não tem culpa do alvoroço pela busca por fama e tramites extras, acaba pagando o pato, que não é o Canard com damascos e molho de laranja.
Se Lagerfeld tinha apostado no tom rosa, e em pinceladas de amarelo em estações passadas, depoisd e seu falecimento, a nova autora das coleções resolveu apostar no preto, preto com branco, tons acinzentados, e em um perfil de freira com golas subidas ao pescoço, sapatos desengonçados no andar, fechados, como se mosteiros fossem traduções de cultos reais. Cultos, não ocultismos. Mas o mundo bizz e celebs, e fashion, confunde alhos com bugalhos. E, sem conhecimento de causa, no que se espalha distorcidamente por algumas celebridades, que fazem repassar assuntos que não conhecem, por coleguismos com imprensa, outras celebs, e se se valem de marketing para se autoprotegerem, outros atacam sem restrições quem não se armou com tanto aparato de mercado divulgativo.
Ter experiência com 18 anos de coleções, e, de repente, ser sufocada e suprimida por pessoas que queriam se promover a todo custo, usaram meu perfil, me distorceram para aparecer com pessoas e junto com ajuda de mídia de tv e revistas, se propagarem em imagem e irem atrás de designers com gozações e deboches, para pegar promoções e posarem em capas de revistas de celebridades, pagas ou por arranjos de assessorias de imprensa, com ligações excessivas para publicidade, e enfiar gente para se valer em contratos, foi algo absurdo e de grande monta nos últimos dois anos. Quem ganhou milhões assinando contratos sob mentiras, fofocas, coisas vazias e assuntos não provados, promovidos por agentes seus, em meio a nuvens formadas e gente empurrada fora, afastada via ataques de internet, foi algo sem número, quase. Gente que se fingiu 'fashion' para se empurrar em capa de revista e correr atrás de marcas internacionais, ou empurrar foto em revista estrangeira ou brasileira para se dizer como tal, enquanto eu virava alvo de bullings e gravações distorcidas por tvs, espalhes negativos e agressivos via capas de jornais diários, ameaças. Gente que ainda imita minhas ações e posa com a mão no rosto em perfil de Instagram, que fez de armações publicitárias e com amigos, e conivencias com mídia, para ganhar foto em marcas internacionais, e distorcer posts meus, atitudes minhas, enquanto se protegiam e corriam para faturar entre pessoas e propagandas, como aconteceu com a Dolce & Gabbana, e uma pessoa que posou imitando atitudes espanholas, no deboche. A maneira mais pobre de alguém conseguir se projetar sem ter chamado atenção por algo é através disso mesmo, de uma forçada propaganda enquanto tenta rir de outros, que não estão presentes, e ganhar em cima. Vira quase uma 'amizade por distorção'. Maneiras pobres. O que interessa é se funciona.

Uma Thurman de preto (Thurman in black after Nadal´s feedback in Us Open)


Depois do desentendimento com o ex, que vestiu preto, em jogo internacional, a cor assolou e atingiu várias grifes. Chanel, Dior, etc, e ninguém quer saber o que aconteceu. A pessoa segue no circuito, e não interessa o que tenha acontecido, se junta a amigos e continua propagando mídia, e ai do que está nos bastidores. Forjando doações para vítimas na Austrália, apenas para aparecer como 'solidário'. Para quem esteve impulsionando a conseguir o topo do ranking, motivo pelo qual o suíço resolveu atirar na sua 'vingança' póstuma, não fez muito. A necessidade era parecer 'bem' na imprensa e mostrar que poderia doar o quanto quisesse para qualquer assunto que não lhe importasse muito. Onde os supostos 'valores' desabam.
Os designers não entenderam isso. Queriam viver um filme de Hollywood na vida real, mas pessoas ainda são pessoas reais. Longe de perfeições e estórias de fadas. O que apareceu de outras pessoas fazendo amizade com designers e se auto-protegendo para abafar quem começou a chamar a atenção, para que a mesma fosse manchada do tom 'negro' vestuário de Nadal, como se a vida e profissão de uma mulher dependesse unicamente da imagem de um homem (da qual não me vali), virou um jogo de quem se associa com quem para difamar quem e conseguir trabalho às custas do que. Um jogo perigoso. Nunca percebi tanta difamação em jornais e revistas, enquanto figuras programadas em ações de marketing tentavam se valer das confusões de bastidores, divulgando-se como perfeições e quem era o alvo da coisa.
Virou um movimento estranho do que, o que era doce antes, virou amargo depois.
E, aí, se a vida continua, e alguém quer atirar no telhado de vidro, parece que não é aceitável que o jogo da moda e de Holly-land fosse cambiado para a vida real, e escolhas reais. Julgamentos e disparates de celebridades do mundo-tela e da música, foi absurda. Orgulhos feridos? Sempre tem alguém que quer criar uma bagunça para bafar alguém, transtornar o que é bom, dizer que fulano falou isso, disse aquilo, distorcer para criar situações e levar vantagem. Quanto mais se abafa fulana, e fica ali correndo de lado para outro, esbanjando sorrisos, enquanto vigia rede social, e tenta dizer balafos para a mídia, enquanto voce é alvejada, porque ficou discreta, vira uma roda-viva.
Se Paris quer transformar luz e cores em preto e branco, porque romances não deram certo, seria melhor ouvir o outro lado da estória. Como fotógrafa de passarelas há tantos anos, editora e jornalista, vi como absurdo transformações negativas na moda por causa de algo chamado 'distorções de perfis e confusões internéticas'. Lagerfeld tinha uma cabeça mais aberta. Conseguia filtrar talentos e intenções. Pintou cores, fez frufrus cor-de-rosa, amarelo, moda desfilando na praia. Agora quem colocou modelos mortas, em praia, rosas despedaçadas, emendando com o infeliz da difamação, Trevor Noah, que colocou bouquets em caixões, por incapacidade de Rafael de dizer a verdade, e continuar no nonsense de se autoproteger, e blindar a imagem, e deixar a confusão reinar, clareza é melhor do que sujar a imagem de quem trabalha com moda há tantos anos, tem amigos clicando pits e para revistas proeminentes em Paris, há anos, e que a imprensa e designers, e mesmo autoridades internacionais tentaram tratar de maneira minimizada, errada, enquanto a espanhola pagou capa de revista e fez arranjos com nem se sabe quem, para forçar e empurrar mentira em capa de revista do país, para tentar conseguir seus objetivos. A coisa está um pouco inversa.



E totalmente. Mas o que se prefere é preconizar um estrangeirismo de criar coleções em cima de amarras religiosas ultrapassadas, comos e decotes Versace, vestidos Cavalli, e outros que usei durante muitos anos de minha vida, como Alexander McQueen, virasse, de repente, um conjunto de mentiras fabricadas por imprensa que queria me atingir. Hora da limpeza. Da lavagem da coisa. Ou de promulgar uma moda castrante, errada, atirando pedras. Gabrielle Chanel era libertária. Lutou em meios difíceis, e foi visionária. Lagerfeld foi outro. Seguir tendências baseadas em visões erradas, espalhadas pelo erro das confusões da vida virtual, é criar um prognóstico triste, sem cor, alegria e vontade de vestir com humor. O ótimo. Que é o meu nesse 2020. (Rosaly Queen) (Sobre passarelas e alguns desfiles em preto) (Fotos Reprodução)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Apresentador do The Daily Show (CBS) menciona muro mexicano, e faz piada com cunho xenofobista. Alvo seria jornalista brasileira, que se envolveu com Rafael Nadal. Ele usou preto para retaliá-la no US Open, e a midia americana teria detonado sua imagem, por vangloria do espanhol. Tv presentor Trevor Noah (The Daily Show), makes jokes about Mexicans and the Wall, and target would be brazilian journalist, who had her name involved to Rafael Nadal. He wore black during US Open, after disagreement with her. Trevor and CBS may face her lawyers, and Trump could get an advantage. See how.


O apresentador Trevor Noah, do The Daily Show, parece ter perdido completamente a noção de limites e respostas jornalisticas, e esquecido, na sua tentativa de superioridade numa bancada americana, fazendo brincadeiras sobre um muro para bloquear a fronteira dos Estados Unidos com o México, e usado como alvo, nas nada-entrelinhas, a jornalista e fotógrafa brasileira Rosaly Queen. Queen teve seu nome envolvido com o do tenista Rafael Nadal, que foi visto usando cores da bandeira brasileira em diversos de seus jogos, desde o ano passado. Amarelo no Masters de Roma, no ano passado, em Monte Carlo, Barcelona, Madri. Mas após alguns desentendimentos dos dois, por força das fotos empurradas por Xisca Perreló em revistas espanholas, para tentar afastar Queen, segundo o que foi dito nos bastidores, e tentar ocupar um lugar para ser vista por tvs, sentada na audiência do tenista, Nadal acabou perdendo o equilíbrio, a concentração, e falhando em torneios como o de Monte Carlo desse ano, e de Barcelona e Madri em sequencia. Queen se mostrou discreta, mas a espanhola quis se mostrar, e teria feito arranjos com assessoria de imprensa, e junto a jornalistas, presentes nos jogos de Nadal, para forçar fake news em capa de revista espanhola. "Nadal não fala, não reage. O jeito calmo demais é comodismo e inatividade. Os adversários dele sabem disso, e tiram vantagem. Jogaram contra ela, espalham difamações, e o chamam para jantar. Nenhum deles vive a vida dele. São jogadas que fizeram depois de identificarem que era ela que dava propulsão e equilíbrio com incentivo para ele ganhar, cantoras e bandas viram isso, fizeram músicas, marcas de moda internacionais espalharam prints de rosas em suas coleções. Usaram as cores amarelo e rosa. Isso instigou a inveja de muita gente. Mulheres de tenistas, e namoradas, apareciam com bolsas de marcas estrangeiras, celebridades de reality-shows viram isso, e também tentaram repetir as fotos dele e de Queen, para querer chamar a atenção nas redes sociais, e ganhar curtidas. Várias começaram a posar com camisetas com nomes de marcas, para ganharem coleções, tentarem um espaço. Teve cantora que correu atras de marcas para também se promover. Usaram a cor do cabelo de Queen, os óculos. O que ele fazia, postava, virava tendencia, virava algo. Tentaram desviar a atenção, criar confusão com seus posts, sua postura, por inveja. Tentaram se vender como 'fashion', para tentar parecer mais aceitável. São só coisas fake. Gente fake, que fica com inveja, espalha difamações, tenta se vender, chamar a atenção diminuindo ou criticando. Gente vazia. Nadal sentiu ciumes, tentou revidar.
Da pior maneira. Jogou seus alegados 'valores' no lixo. Tentou espalhar propaganda de si mesmo. Se filmou dando autógrafos. Perdeu o freio. Ia achar alguém da vizinhança (Espanha) para segurar patrocínios, se fazer de vítima, e tentar novos patrocínios importantes. Quis competir por dinheiro, e não por caráter. Chutou o que realmente o fez valer com valor. Não fez nada para reagir. Viu os comentários e várias brincadeiras e ataques de mau gosto em tvs americanas, e não falou nada. Sabia o que estava acontecendo. Não adianta correr para fazer propaganda e assinar com bancos como Santander, Telefonica, ele caiu. Como pessoa. Pode estar ocupando o topo da lista da ATP, que validou a blindagem dos erros e das atitudes infantis dele, uma blindagem por nome. Tenistas assumiram uma vestimenta preta por retaliação para prejudicar alguém e fazer um marketing negativo. Queriam aparecer como um 'suporte' que nao existia. Mentira. Ninguém procurou Queen. Era uma tentativa de atingir uma brasileira que contrariou os interesses de um tenista, depois de o defender, e vê-lo irreativo. Só reagindo por glória própria. Deu o pior exemplo possível. Tem coisas que não dá para se reparar" disse uma jornalista, amiga da fotógrafa, que não quis dar o nome.

"Eles (Nadal e seus amigos) usaram de manipulações via internet, e depois fizeram brincadeiras de mau gosto, de humilhação. Apontando o dedo, filmando cenas de crianças sendo mandadas para fora de quadra por técnico. Ela não é criança. Fã. É jornalista. Ele esqueceu esse detalhe. Não pode fazer o que acha que quer. Roger Federer pode ter influenciado publicações negativas nas Vogues (revistas) estrangeiras, por ser amigo de Anna Wintour, editora chefe americana. Virou um tsunami contra Queen. Apareciam pinturas de mulheres nuas pulando de árvores em rios, como se estivessem na selva. Federer desenhando na areia, com um galho, um coração no deserto. Pegaram pesado para algo que poderia ter sido resolvido cara a cara, com menos orgulho, jogadas negativas e vingativas de marketing, acusando dela ter desistido e preferido ir em outra direção. Federer tentou se promover na América Latina para fazer presença, fazer graça. Alguém tem que botar o dedo no meio, e parar essa estória de assédio sobre mulheres, e combinaçao de atletas frustrados, para prejudicar alguém. Virou algo louco na internet. Isso tem consequencias sérias, e atletas de renome fazendo isso, sem nenhum feedback, ao ponto de chegar a brincadeiras xenofobistas, com rosas em cima de túmulos, e gerar camisetas da Disney, mencionando "grieving" (velório), foi longe demais", disse outro jornalista. Trevor pode enfrentar um processo e a imagem da CBS desabou para muitos jornalistas, e brasileiros que conhecem Queen. "Ela tem um caráter limpo, é justa, recusou ofertas em dinheiro e onerosas para deixar Nadal. Ele não fazia nada a não ser usar uma camiseta e ficar sentado, atacando outros pelo celular. Ignorou o que o assédio sobre a situação e as tentativas de vingança de alguns canais brasileiros estavam fazendo com Queen. Ela estava sendo atingida diariamente por uma imprensa podre, manipulada por um grupo de tv, que a atinge desde antes de interesses relacionados à Copa do Mundo terem desabados quando Neymar Jr se desequilibrou, e tentou se vingar dela. Não é assim que a coisa funciona. A CBS permitiu a Trevor continuar com o que ele já vinha fazendo, e ela não sabia. Abriu o Google no dia 31 para procurar o programa, e viu os vídeos. Flores amarelas (que apareceram em coleçoes como da Prada, para Queen) apareciam em vídeos simulando turistas bobos encantados com pequenezas. As piadas de Trevor, mencionando o muro de separação dos Estados Unidos e o México, e as risadas dele sobre imigrantes, as rosas no tumulo, podem tanto indicar que Queen não chegou a Nadal por ser estrangeira, e não ir ao US Open por estar sem visto americano, tendo Nadal pedido o suporte a ela, e ação de constrangimento a uma jornalista brasileira, que estudou em Nova Iorque, e trabalhou para revistas americanas, pode ter uma outra repercussão. Bem pior do que a inocência floral e estrangeirismo em deboche de Trevor. Ele vai responder a uma profissional de imprensa, a tv vai ter que responder, e advogados foram acionados, pela ação deplorável do apresentador, que queria ser engraçado, perdendo o riso.
Nenhum brasileiro que trabalha nos Estados Unidos, que sustentam boa parte da economia do país, se sentiria satisfeito vendo uma cena dessas. O problema de Trevor se agrava porque a situação se espalhou pelo Instagram, por atrizes americanas, e detonou a imagem de Queen, que de jornalista e fotógrafa internacional, com passagem por revistas como a Elle brasileira, e francesa e de outros países, ficou sendo vista como uma adolescente cujo ídolo reagiu mal, deu uma de 'famoso' e quis criar uma cena para a imprensa. Dois dias depois do aniversário dela. Ele foi infantil, irresponsável, e vai responder por isso", disse o jornalista, que não quis se identificar, por causa de retaliações justificáveis.
"O que Trevor falou se espalhou e transformou a imegem de Queen em 'pena' e 'piada'. Nadal ainda teve a coragem de usar a camiseta amarela em propaganda da KIA, junto com o carro nomeado de Rio (Queen passou temporada na capital carioca fotografando moda em praias). "Eles fizeram um ajuntamento contra Queen para atingi-la, e blindar a imagem dele. Ele queria mostrar 'poder'. Mostrou derrota, vexame, falha. Distorceram a imagem dela em revistas brasileiras. Muitas mulheres a atingiram para pegar marketing em cima, fizeram deboches, virou um circo. Como ela não apareceu para se defender, o erro continou se espalhando, e criou uma pseudo-verdade. Ainda não entendemos a reação de Beyoncé, de celebridades que querem viver a vida dos outros, opinando sobre um receituário próprio. Ela não entrou na casa de nenhuma atriz para dar opinião. Beyoncé quis viver um fairy-tale dos outros. A vida não é bem assim", criticou a jornalista, amiga de Queen. "Brincadeiras de mau gosto que se espalham na internet validadas por um nome famoso, tem consequencias sérias. As pessoas ignoram isso. Vivem de replicar e tomar decisões baseadas no que acham que está acontecendo, no que acham que fulando fizeram, em posts de internet. Um vício perigoso. E muita gente está desabando ali. Ela mal conseguia reagir, mas obteve ajuda de gente amiga", completou.

A irresponsabilidade de Trevor pode dar uma vantagem à Donald Trump. O discurso com retaliações a imigrantes pode ser reestudado e avaliado, e uma outra variável entra em questão. Até que ponto a imprensa americana age de maneira irresponsável, para atingir alguém, de modo que Trump pode levar vantagem em ter sido difamado, ter sido alvo de também notícias vazias, de modo a derrubá-lo, e o que público e celebridades sabem, é muito do que está sendo repassado pela criatividade infeliz de alguém como Trevor. A vantagem que Trump tem é essa. Se Trevor mirou de forma tão irresponsável uma jornalista brasileira, que terminou com um atleta, e interesses dele e de outros grupos foram atingidos, enquanto que ela não teve palavra, e foi acusada sem que o apresentador nem ao menos a conhecesse em pessoa, o que se fala e se propaga em algum veículo da imprensa americana pode ser um discurso mentiroso, com intenções várias. O carro pode ser puxado daí.
Quem pode afirmar com segurança que muito do que Trump falou não foi reeditado para gerar ódio e ferir interesses de outros grupos, a fim de promover um impeachment, e, reavolumado pela opinião de apresentadores, tomar outra proporção?
Trump pode ter uma carta na mão de um incidente com uma jornalista. Puxar os erros e abusos de gente como Trevor, o The Daily Show pode ser visto de outra maneira, e bastidores virem à tona.
Trevor deveria ter ficado mudo. Mas se condenou. Ignorou o que outras palavras melhores que as suas podem fazer. O desabar do poder, do desvalor pessoal, e da economia americana (já que boa parte dela é elevada por estrangeiros), pode ter se configurado nas palavras pobres e irresponsáveis de Trevor. Aulas de flexibilidade.
Uma foto de uma garota com o pé no muro de Berlim pode ter dado a impressão errada. Queen circula entre Brasil e Alemanha, e adora o país germânico. A intenção foi mostrar que o Muro de Berlin foi derrubado porque segregava pessoas. O muro que tenta separar as fronteiras do México e dos Estados Unidos, também demonstra uma segregação. Ela não aceita muros que afastem pessoas, segreguem nações, poder de trabalho, e minimizar estrangeiros por muradas, é ignorância. O Muro de Berlim não poderia ficar de pé, e foi um ato de liberdade e união a sua derrubada. Trevor murou opiniões sarcásticas em programa americano. A mostra foi de tentativa de humilhação. Pode responder por danos morais, e outros adendos.
Vexame americano uma tv como a CBS se permitir ou permitir a um apresentador ir tão longe. Caiu em desuso, vexame. Trevor é um vexame.
Que sonho americano morreu no passado, e ninguém avisou a Trevor que brasileiro não está na idade da pedra, e do pulo. (Bruno Alves com Rosaly Queen) (Foto Reprodução Youtube) (O vídeo está no Youtube. Clique em The Daily Show wall).

sexta-feira, 22 de março de 2019

Pretty Rose, Queen, Kings.


Coleção Gucci, pink-rose, 2019. When colors fall over our heads as the good rain. Amazing ways. Sometimes unknown, but nonstop. Surrender. Danke schon, guy!
                    (Rosaly Queen) (mit Berlin at 9) (mit Almighty Agency) (mit Big NY Press) 
                                                              (Fotos: Reprodução)



Giambatista Valli, catwalks - pink 


JLo, pink, 2019 Giambatista Valli 





sábado, 16 de março de 2019

Clássico adiado. Indian Wells and the classic Federer-Nadal posponed. Muscles and bones.


O clássico Rafael Nadal x Roger Federer vai ter que esperar. Nadal ja sentia dores no joelho e pediu assistência na quadra ontem, e preferiu ouvir conselhos sobre saúde e calendário e adiar o tão esperado duelo que poderia ser em Indian Wells, mas vai ser logo. Não adianta começar um duelo para agradar o público com físico ameaçado. Fingir cara de vitória, escondendo dores, e podendo piorar lesões. Criar expectativas para espetáculos televisivos é uma coisa. Entender que corpo é carne-osso mais que disputas vorazes, e fazer capas outras, é outro negócio. Entender esporte é fazer propaganda de "limitless" (sem limites), mas chegar no "limitado", se o corpo pede outra noção fora das páginas. Todo atleta de alta performance, e qualificado, tem aquele sentimento de ir além, e poder ir além. Os campeonatos fomentam isso. Mas fora das eras artificiais, pessoas ainda são de carne e osso e músculos, e tênis é esporte de alto impacto. Inteligente, Nadal preferiu adiar e não forçar as dores. Federer, amigo e adversário no fair-play, entendeu. Ponto para os dois. Comemorações para depois. (Rosaly Queen) (Foto - Reprodução)