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quarta-feira, 18 de março de 2020

Onde está o Karl? Missing Karl Lagerfeld...


Desfile na neve da Chanel, depois da morte de um de seu maior designer, depois de Gabrielle, e de todos os tempos. Do esqui à praia, do fotógrafo à fotógrafa, do amor pela moda, pelo design, pela classe, elegância, feminino reforçado, com essência de poder. Assim foi Lagerfeld, durante os mais de 25 anos que trabalhou para a maison francesa. Muita gente sente falta dele, do design superbe, soberbamente chique, clássico, elegante, e ousado em minimos detalhes, que sempre maximizaram o gosto pela marca mundialmente. Ao alemão fotógrafo e gigantesco impacto na moda mundial, que causa saudade quando a gente se lembra das coleções e desfiles feitos em supermercados, na praia, do leão branco gigantesco em salões poderosos... ai que falta faz... Um vazio enorme. Halo, Karl, onde quer que você esteja... (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Semanas de moda europeias e por que a predominancia em preto? Black for fashion? Who reads online, dont understand the real, and make it become fashion.

Chanel 


Fora dos circuitos de moda europeus por algumas temporadas, ficou meio insano revisar o que começou a acontecer como tendência reproduzida do que se repassa pela internet, confusões forjadas por marketing, e quem não tem culpa do alvoroço pela busca por fama e tramites extras, acaba pagando o pato, que não é o Canard com damascos e molho de laranja.
Se Lagerfeld tinha apostado no tom rosa, e em pinceladas de amarelo em estações passadas, depoisd e seu falecimento, a nova autora das coleções resolveu apostar no preto, preto com branco, tons acinzentados, e em um perfil de freira com golas subidas ao pescoço, sapatos desengonçados no andar, fechados, como se mosteiros fossem traduções de cultos reais. Cultos, não ocultismos. Mas o mundo bizz e celebs, e fashion, confunde alhos com bugalhos. E, sem conhecimento de causa, no que se espalha distorcidamente por algumas celebridades, que fazem repassar assuntos que não conhecem, por coleguismos com imprensa, outras celebs, e se se valem de marketing para se autoprotegerem, outros atacam sem restrições quem não se armou com tanto aparato de mercado divulgativo.
Ter experiência com 18 anos de coleções, e, de repente, ser sufocada e suprimida por pessoas que queriam se promover a todo custo, usaram meu perfil, me distorceram para aparecer com pessoas e junto com ajuda de mídia de tv e revistas, se propagarem em imagem e irem atrás de designers com gozações e deboches, para pegar promoções e posarem em capas de revistas de celebridades, pagas ou por arranjos de assessorias de imprensa, com ligações excessivas para publicidade, e enfiar gente para se valer em contratos, foi algo absurdo e de grande monta nos últimos dois anos. Quem ganhou milhões assinando contratos sob mentiras, fofocas, coisas vazias e assuntos não provados, promovidos por agentes seus, em meio a nuvens formadas e gente empurrada fora, afastada via ataques de internet, foi algo sem número, quase. Gente que se fingiu 'fashion' para se empurrar em capa de revista e correr atrás de marcas internacionais, ou empurrar foto em revista estrangeira ou brasileira para se dizer como tal, enquanto eu virava alvo de bullings e gravações distorcidas por tvs, espalhes negativos e agressivos via capas de jornais diários, ameaças. Gente que ainda imita minhas ações e posa com a mão no rosto em perfil de Instagram, que fez de armações publicitárias e com amigos, e conivencias com mídia, para ganhar foto em marcas internacionais, e distorcer posts meus, atitudes minhas, enquanto se protegiam e corriam para faturar entre pessoas e propagandas, como aconteceu com a Dolce & Gabbana, e uma pessoa que posou imitando atitudes espanholas, no deboche. A maneira mais pobre de alguém conseguir se projetar sem ter chamado atenção por algo é através disso mesmo, de uma forçada propaganda enquanto tenta rir de outros, que não estão presentes, e ganhar em cima. Vira quase uma 'amizade por distorção'. Maneiras pobres. O que interessa é se funciona.

Uma Thurman de preto (Thurman in black after Nadal´s feedback in Us Open)


Depois do desentendimento com o ex, que vestiu preto, em jogo internacional, a cor assolou e atingiu várias grifes. Chanel, Dior, etc, e ninguém quer saber o que aconteceu. A pessoa segue no circuito, e não interessa o que tenha acontecido, se junta a amigos e continua propagando mídia, e ai do que está nos bastidores. Forjando doações para vítimas na Austrália, apenas para aparecer como 'solidário'. Para quem esteve impulsionando a conseguir o topo do ranking, motivo pelo qual o suíço resolveu atirar na sua 'vingança' póstuma, não fez muito. A necessidade era parecer 'bem' na imprensa e mostrar que poderia doar o quanto quisesse para qualquer assunto que não lhe importasse muito. Onde os supostos 'valores' desabam.
Os designers não entenderam isso. Queriam viver um filme de Hollywood na vida real, mas pessoas ainda são pessoas reais. Longe de perfeições e estórias de fadas. O que apareceu de outras pessoas fazendo amizade com designers e se auto-protegendo para abafar quem começou a chamar a atenção, para que a mesma fosse manchada do tom 'negro' vestuário de Nadal, como se a vida e profissão de uma mulher dependesse unicamente da imagem de um homem (da qual não me vali), virou um jogo de quem se associa com quem para difamar quem e conseguir trabalho às custas do que. Um jogo perigoso. Nunca percebi tanta difamação em jornais e revistas, enquanto figuras programadas em ações de marketing tentavam se valer das confusões de bastidores, divulgando-se como perfeições e quem era o alvo da coisa.
Virou um movimento estranho do que, o que era doce antes, virou amargo depois.
E, aí, se a vida continua, e alguém quer atirar no telhado de vidro, parece que não é aceitável que o jogo da moda e de Holly-land fosse cambiado para a vida real, e escolhas reais. Julgamentos e disparates de celebridades do mundo-tela e da música, foi absurda. Orgulhos feridos? Sempre tem alguém que quer criar uma bagunça para bafar alguém, transtornar o que é bom, dizer que fulano falou isso, disse aquilo, distorcer para criar situações e levar vantagem. Quanto mais se abafa fulana, e fica ali correndo de lado para outro, esbanjando sorrisos, enquanto vigia rede social, e tenta dizer balafos para a mídia, enquanto voce é alvejada, porque ficou discreta, vira uma roda-viva.
Se Paris quer transformar luz e cores em preto e branco, porque romances não deram certo, seria melhor ouvir o outro lado da estória. Como fotógrafa de passarelas há tantos anos, editora e jornalista, vi como absurdo transformações negativas na moda por causa de algo chamado 'distorções de perfis e confusões internéticas'. Lagerfeld tinha uma cabeça mais aberta. Conseguia filtrar talentos e intenções. Pintou cores, fez frufrus cor-de-rosa, amarelo, moda desfilando na praia. Agora quem colocou modelos mortas, em praia, rosas despedaçadas, emendando com o infeliz da difamação, Trevor Noah, que colocou bouquets em caixões, por incapacidade de Rafael de dizer a verdade, e continuar no nonsense de se autoproteger, e blindar a imagem, e deixar a confusão reinar, clareza é melhor do que sujar a imagem de quem trabalha com moda há tantos anos, tem amigos clicando pits e para revistas proeminentes em Paris, há anos, e que a imprensa e designers, e mesmo autoridades internacionais tentaram tratar de maneira minimizada, errada, enquanto a espanhola pagou capa de revista e fez arranjos com nem se sabe quem, para forçar e empurrar mentira em capa de revista do país, para tentar conseguir seus objetivos. A coisa está um pouco inversa.



E totalmente. Mas o que se prefere é preconizar um estrangeirismo de criar coleções em cima de amarras religiosas ultrapassadas, comos e decotes Versace, vestidos Cavalli, e outros que usei durante muitos anos de minha vida, como Alexander McQueen, virasse, de repente, um conjunto de mentiras fabricadas por imprensa que queria me atingir. Hora da limpeza. Da lavagem da coisa. Ou de promulgar uma moda castrante, errada, atirando pedras. Gabrielle Chanel era libertária. Lutou em meios difíceis, e foi visionária. Lagerfeld foi outro. Seguir tendências baseadas em visões erradas, espalhadas pelo erro das confusões da vida virtual, é criar um prognóstico triste, sem cor, alegria e vontade de vestir com humor. O ótimo. Que é o meu nesse 2020. (Rosaly Queen) (Sobre passarelas e alguns desfiles em preto) (Fotos Reprodução)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Vezes da transformação negativa do assédio - ambições e a resistência ao insistente erro. No chances for harrassments transformations attempts - weak side, ou the better reaction?


Fato é que a tentativa de seguir imprimindo um assédio procurando demonstrar supremacia, controle, opressão, forçar a sair por querer mostrar que a insistência, a coligação de nomes, de ações repetitivas, o enfoque e a tentativa de manipulação por tvs ou outro tipo de fonte, com conivencias multiplas, pode chegar a pontos de fazer calar a verdade, ou intimidar, pressionar por estorinhas bobas, search - procura - de gps, e etcs, tentativas de humilhação, promoção de terceiros e tentativas de abafos, pode causar uma aparência relaxada e incentivar a ação do tempo, no desprazer da vida, visto que a verdade parece não aparecer, ter voz ou ser defendida... o que parece ser uma tentativa de aproximação da realidade, é a realidade que a própria tv quis que se fizesse realidade. Mas, Veja acima - nem com toda tentativa do mundo, as maquiagens contrárias, enegrecidas, a pressão (Sob Pressão) de dias sem cafeína (Café do Escobar), as piadas religiosas e defesas orixianizanas, a inserção da política do "igual" e democrático, na nao reação de que em país livre a manifestação e o credo, e escolhas de culto são livres, a tentativa pernóstica de investir em figuras de nome para se auto-promoverem em seus canais, para depois acusarem de crime, e dar pílulas de incentivo ou de imparcialidade mediante a imprensa... o ASSÈDIO de certas mídias podem provocar consequencias de tsunamis humanas, e se foi sugestivo demais o cartaz e a foto da atriz acima, em aparência devastada, se o conceito de notícia e da verdade sumiu para promover pessoas a milhões em ganhos em jogos de bola, para depois cavar a cova e enterrar alguns, que saem correndo porque se associaram aos veículos de promoção de assédio, e agora querem se esconder sob o nome... A foto abaixo é mais fiel, real, promotora do bem, de quem tem luz dentro. Desejos que não se cumprem. Nem com ameaças de canais de esporte conjugando números de camisetas de futebol que vão do 10 ao 11 ao 12, um número depois do da "besta', que poderia ser de alguns dali (6+1), e se alguém que vai para o 12, dobrou o patamar de lucro feliz, e se armou contra o assédio midiático, para chamar a atenção do mundo, chato deve ser culpar alguns de seus afilhados por crimes do que talvez tenha sido o próprio assédio deles que tenha criado. Reflexos estranhos, culpa no quintal. 
A foto abaixo é mais fiel. De quem tem fonte de vida dentro, e não depende de gangorras e joguinhos de mídia devastada e falida. Brasil do jeitinho e do sem-jeitinho. Depende do que querem que esteja no espelho - quando acham que estão no controle. O problema é que...
#SemControle . Desconecte dos canais errados, que veiculem notícias parciais, e se vestem das cores do assédio. Só a cara deles fica assim. Efeito bumerangue. Com consequencias. Sabe como é? Fearless, sunny, healthy and based in truth. Get real, chanel´s for harrassment. Faces dont change as you wish to. (Rosaly Queen) (Fotos: Reprodução)


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Delícia de Lagerfeld, the best. Lagerfeld and the spring 2017. Let it shine. In silver or...




Ele é simplesmente brilhante na sua genialidade de traduzir o luxo para as coleções da Chanel. O kaiser alemão impera sabendo que talentos natos não desaparecem, só se reinventam, e ficam mais brilhantes, deliciosos, instigantes, desafiando a má vontade da concorrência de ser mínima, abafada, diminuida, apagada, porque quem nasce gênio, e para ser diferente da maioria, é para brilhar, e dissipar minoridades. Ele é o melhor, e os donos da grife rezam de pé junto para que sua aposentadoria demore muito tempo. Ele não tem tempo para ócios destrutivos. Em vez de twitar procurando apoio no celular, ele senta sozinho, sorve um café, põe o lápis para desenhar, e fotografa, ainda, com talento de sobra, o que produz. Mega-gênio. Não é para qualquer um. O resto fica para o moletom, e para o pink-barbie. Sorry, Voilá. (Rosaly Queen)

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O cabelinho do desfile da Chanel. Chanel's hair - the catwalk.

No desfile da colecao passada, a Chanel de Lagerfeld desfilou um cabelo (na peruques) em corte diagonal e escuro. Design afiado. E o que era para se reparar, as roupas, os modelitos, mudou o foco para os cabeletes. Lindos. Um charmez.  As garotas apareceram desfilando estiloserrimas com aquele corte em diagonal. Lagerfeld e' rei. O alemao surpreende a cada desfile. Se a babouche pareceu o "o que?" "mas ele pode", os saltos de plastico, as pochetes e as mochilas sao licencas poeticas. De algo em que ele e' mestre e exerce sua majestade. Os cabelos viraram comentario, porque desfile que passa morto todo mundo dorme e quer fugir logo para tomar um suco verde. Ou se abastecer de cafeina. Mas dai' a ter coragem e as de cabelo liserrimo de hoje partirem para o salao-poder e mandar ver na tesoura afiada... coragem. Ali.na Chanel funcionou na peruquez. Sem indaguez. Questionez. Lagerfeld nao fala demais para parecerzez. Trabalhar mais concentrado do que comentar demais - ele nao precisa convencer ninguem de nada. Ele e'. E ponto. E assim a Chanel mostra a identidade modernosa que nao vai so' de roupa, sapatito, bolsita, nem perfuminhos. Mas ate no rosto. Um must. O tal do "corte Chanel" refeito em versao 2015. Ave Lagerfeld! Contrato eterno, sem ouvidos ligados para algum brado concorrente, para ele nao tem oponente. Tudo que faz ja sai coroado. A quem honra, honra. Marcas de qualidade e identidade que ate se um furacao soprasse contra a Chanel, ele faria com um lapis e papel. O que nao e' o caso. Diamantes nunca se transformam em strass. E o alemao sabe bem disso. (Rosaly Queen).

sábado, 11 de julho de 2015

A Alta Costura. The Haute Couture.

Paris. A semana de moda da Alta Costura abre o calendario do luxo  europeu com as colecoes femininas, depois que passou o pret-a-porter masculino. E da-lhe vestidos deslumbrantes e vaporosos, excitantes ou sexy. Sem denegrir a feminilidade. Paris celebrou seus multifacetados designers ate ontem, 10, e Chanel de Karl trouxe um hiper-moderno corte-imitacao Chanel. Estilo Chanel. Sobreposto ao cabelo das modelos. Chique. Modern. Hum, desses detalhes deliciosos que so a alta moda produz. Ideias. Conceitos. Sem anti-sinonimos. Lagerfeld, Givenchy, Louis Vuitton, e como nao sonhar em ser principesca, desejar modelitos para economias deslumbrantes? Uh-la-la e quem nao ama a Alta Costura com aqueles detalhes preciosos, evocando o luxo que queremos. E podemos. Que sapatos aqueles da Chanel? E os super saltos altos hiper-plataformas? Quem super aplicou as flores nos vestidos de rainha? Queen preciosa, que mutacoes a moda precisa fazer para chegar ao ponto das mentes brilhantes de alta costura? Nao sao meros vestidinhos sem corte, capas estranhas, tecidos desconfiaveis. Ali, cada bordado minuciosamente feito, detalhes ricamente pensados e aplicados, genialidades perfeitas. E' dessa moda que e' quase um conceito inutil para alguns, que ignoram o poderio que ela movimenta, que milhoes circulam na economia e sustentam a Franca e poderosos imperios. Pensou em petit gateau? Da para combinar. Champagne e' de la'. E um brinde. Salut Paris! And yesterday (10) faahionistas said bye bye to the last day of the Haute Couture in Paris. Powerful dresses, sexy, romantic, where is the Queen? Here it is: inside Louis Vuitton, Givenchy, and how tasteful is it? Do you have money for that? Can you afford it? Luxury babe. Precious details. You dont need it? Think again. It runs France's economy. And if you wanna combine it with a petit gateau and champagne, voila! Chanel's new shoes - what was that? - flowers, amazing dresses. Wanna some? Streets full of fashionistas. Designers all around. That's amazing! They paint france's streets in many colors. Carefully. Style in high concept is different. (Rosaly Queen)

domingo, 24 de julho de 2011

Relógios de fina estirpe. Watching amazing plus brilliant watches.

Lançamentos de 2010, 2011, relógios na categoria sensacionais, très-chic, très-caros, possíveis (Swatch), de alguns sonhos possíveis, outros distantes. Amazing watches, rarely possible (Chanel with diamonds, pure-totally-diamond-watches), and funny plus acessible one (Swatch, give us colors!). Collections from 2010 and 2011: Chanel, Omega-Ladymatic, Dior, and more. (Rosaly Queen - Fotos: Divulgação/Reprodução)