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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Crises e consequencias. Death and taxes, consequences of american crisis in 2008 for markets and foreign leaders.


Quadro Reprodução.

Crises americanas, loiras e negros, sacrilégio de superpoderes anti-democráticos. American crisis, King-baptist-values-influences-pro-democracia and equality, superpower-elitism-hell. Where is the world going to. Brazilian business and ... would you dare?


























A senhora negra acima foi clicada numa das piores crises americanas desde a Grande Depressão. Em 2008, a quebra do banco Lehman Brothers atingiu em cheio quem tentava criar um sonho de comprar apartamentos em areas litorais e mesmo americanos que queriam ter residencias maiores, aumentar seus negocios e sintomas de prosperidade suposta em torno de Miami, e tentar uma vida mais cheia de lazer em temáticos Orlando e na ensolarada Florida, mesmo vigiada pela fome dos jacarés. Voraz, a bancarrota foi drástica, e pegou de surpresa americanos e estrangeiros. Nas ruas, protestos. Crianças eram empurradas em carrinhos pelos pais, e mesmo empresários, viram desabar, da noite para o dia, negócios e projeções. Supermercados começavam a denotar a falta de comida, de água, e estrangeiros que foram espertos, conseguiram fechar escritórios e se exportar para longe do furacao que atingiria ferozmente os Estados Unidos. O orgulho caiu. Despencou. Brasileiros que adquiriam residencias e abriam negocios em Fort Lauderdale, Boca Raton, Pompano Beach, Miami, Orlando, fecharam as portas. Entregaram casas. Se reduziram. Falência de mercados, e população revoltada nas ruas. O que ficou escondido nos bastidores, e erros nao consertados, impactaram violentamente e deixaram sem esperança multidões que chegaram a ocupar praças em barracas, jovens tentando se embalar com musica, desolados pelo sonhos desfeito na fé de um país aparentemente capaz de lidar com variações e explosões de economia e orgulhos. Não estava. A falta de força para segurar as rédeas e impor valores que poderiam nortear a economia e garantir a sobrevivência, mais que a aparência e orgulho, ruiu.
O protesto "Ocupy Wall Street" gerou um brado que ecoou por toda Nova Iorque, Estados Unidos e pelo mundo. Das glórias de pessoas, de líderes, que mudaram a estória dos Estados Unidos, em prol do povo, e que se refletiram como memória valorosa, mundo afora, como Martin Luther King, a diferença residiu nos detalhes. Luther King era batista, e seus valores evangélicos, num conjunto de moral que poderia reger igualdade de direitos, nivelamento da população, embasamento da sociedade como um todo, longe de ser uma religião castradora de mentalidade e privilégios, primou pela valorização de povo como povo, e repudiou a ideia de segregação não só de raças, mas financeira, social, refutou ideias de humilhações, comparações bestiais, tentativa de supremacia pelo erro, e o batisteiro Luther King fez algo inenarrável pela humanidade, não só pelos negros, porque não se viu como conceito egocêntrico de lider, de querer algo para si, ou de primar por jantares com refinamentos douráticos, nem de se assentar para rir com grupos de empresários para isolar estrangeiros que financiam países outros, talentos que se sobressaem em diversas áreas, como naquelas que divertem e gloriam os americanos nos cinemas nos fins de semana, e reduzem o stress, e geram os conceitos blockbusterianos que o mundo tanto adora. "Oh, gosh! Luther King was one of those who pray. What the hell this people do? Why they are the ones who make huge impacts and create a type of tsunami, daring to break opinions and reavaluate powerfull status quo? - Because they are not poor citizens who consider themselves and their fat dinners and own glory first. They have that inner power based in another type of values and justice, of equality, of empower human being, women, groups, foreigners, that others try to hit to copy later, and stamp it in magazines covers, as they ry to find some mistake in them, call them poor-lonely-ice-ones, but they are full of fire, full of that fire that many lost, and with all type of financial power, cannot erase those who dare to be courageous to change the history. To see and point what is wrong. They were misunderstood, hit, they try to shut their mouths, broke them, lie about them, but they are the ones who can really change lives and change the world. True can change history. Give hope. Governments based in pride only, segregation, financial interests, ties, wow, Luther King had nothing of this. Oh men! But he had some kind of power. Oh!Stupid man who was baptist. Damn! And he had a color! He was not blonde. Blue eyes. He didnt wear  Prada! But... fuck! He changed the history of the world for having other bunch of values which were an offense to the status quo. No more sitting in the bench in the back, no more heads down. What the hell! What the heaven.
The world doesnt need voices against democracy. Weird laughes with other lobsters. People need governments who have power to be use in their benefit. Not in the benefit of sectarism, xenofobism, and a groups purpose of pride. Government is not for groups. For personal goals. Is for people" (Rosaly Queen) (Berlin at 9) (Fotos Reprodução)

Em 2008, e com a crise criado outras expectativas devastadoras, nos Estados Unidos, tendas foram armadas por todo o Brasil para atrair um dos maiores públicos consumidores para distribuir vistos e fazer com que os estrangeiros ajudassem a recuperar a economia americana. No natal, cerca de 1 bilhão de reais foi gasto nos EUA por brasileiros, que ajudaram a salvar o país de uma das piores crises da estória. O orgulho financeiro americano foi restaurado por... Brasileiros. Nova Iorque, Boston, Miami, Orlando, que brasileiros bonzinhos... Memórias são boas, ótimas, e sempre favoráveis para lembrar que salvadorismos pessoais não se fazem com ataques funestos, e premissas penosas religiosas. Se os Estados Unidos ainda conservassem um pouco dos valores do protestantismo, que foi base do país, teria outra perspectiva e não estaria lutando para elevar o orgulho, atacar outros, e favorecer despotismos, e, não, democracias. Se 2020 pode ser premissa de uma crise maior, que é alicerçante de GPS errantes, a economia e o bem social dos americanos vai ser provado, como está sendo. Cadeiras e levantamentos, sorvetes e fogo. Mulheres e líderes, designers e atitudes, infantilismos ou adultos em fase de reaprender diretrizes de respeito e anti-orgulhos. País não é playground de casa. Nem mulher retrato de piadas bicolores pseudo-sociais. (Rosaly Queen) (Press) (Berlin at 9)



segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Front and back. De frente ou de costas.





O que acontece nos países democráticos nessa última década, que se acentuou, é que a democracia sumiu. O que há, e sempre houve, mas menos à mostra, é que grupos de interesse começaram a se sobrepujar às regras que deveriam ter sido estabelecidas, de liberdade, free-will (livre arbítrio), e qual não é a supresa que a mínima de ir e vir não é mais respeitada. Não precisa ser um líder político contradizendo a maioria. Basta ter uma palavra da verdade, e uma postura diferente da de status quo.
Por passar alguns meses no Brasil, mesmo tendo sido correspondente internacional por um bom tempo, o reflexo do xenofobismo, especialmente entre stars, apresentadores, foi algo extremo. Ninguém checou se havia algum degree (diploma) de jornalismo, MBA, alguma proteção diplomática. O veio da fama é que as que querem se tornar celebs, e os celebs que querem se movimentar o tempo todo, uma parte sem fazer absolutamente nada (algum filme, jogar algum esporte, cantar, fazer algum álbum, coleção), mas tem que estampar algo em alguma capa. O que achei até engraçado é que eu tentei fugir de imprensa, outra, sendo imprensa (mas me dirigindo para a fotografia de agência, setorizada, luxo, celebs, moda, etc), mas a cobrança foi tanta, e o pior, é ver brasileiro atacando brasileiro. "Algo tem que dar errado", torcida geral de quem ficou no país, e não se aventurou fora. Ou se, mediante a imagem de alguém. Aí quando alguém foi, e a coisa começou a pipocar, e a pessoa cansou desse bafafá, aí, viram o oposto. "É o pior, o pior lado". Aí, a mentira se espalhou entre apresentadores de outras épocas, que já cutucavam qualquer coisa, para dilacerar o lado positivo. Só querem o veneno. Se tudo vai bem, melhor achar um, e injetá-lo. O problema, agora, são as redes sociais. Instagram, rapidezes de vida. Postou ali, mesmo sabendo quantas mentes diferentes e intenções idem, de propagar alguma coisa, muitos acreditam. E provocam, e perpassam, e causam o caos. Eu não estava vendo tv. Passei pelo Brasil, e estava o caos. Nem sabia quanta coisa que era comigo. Vi apresentadoras que nem me conhecem tentando me queimar, falando abobrinhas, horrores, porque ela viu as cores se espalhando lá fora, propagandas, coleções, e alguém teria vir para mentir a respeito de alguém, e entornar algum caldo. Que capacidade mórbida! Aí, uma turma se seguiu. Gente que eu nem lembrava que existia. Meu planeta é outro, são outras pessoas.
Aí, alguns jornais se divertiram em distorcer. As atrizes de um grupo correram para se bandear e se promover em cima de outros. Foi engraçado ver a festa da Dior Em São Paulo, meses depois, e eu nem sabia que o Joy (perfume), teria festa de lançamento no Brasil. Bem! E eu? Vai ver a Dior acha que eu desprezei. Imagina... Jennifer Lawrence linda e soberana, loirésima, que honra! Joy - Alegria. Tema. Mandatory. Aí, uma modelo brasileira correu para pegar a propaganda no lugar. Vi a mesma disparando um "a rainha roeu a roupa do rei"... em fins de 2017, para uma revista estrangeira. Eu, bem? Ainda tenho direito de escolha, se não fiquei no plano publicitário que alguns almejavam, antes da Copa.
As cores se espalharam. A vestimenta preta veio num momento de stress, um desentendimento por telefone - eu em terra estranha, isolada, sem amigos perto, sem meu habitat. Jornais mentindo, não deram shows, músicas, nada. Invertendo tudo. Eu sem saber de muito do que estava acontecendo fora quando não estava aqui. Gente aproveitando da situação e espalhando notícia falsa na Europa, em capa de revista, para tentar um gancho, se ´promover, me abafar, ocupar lugar, usar fofocas a meu respeito, fazer festa, enfiar coisas abaixo, e outra pessoa sem reagir. Só de preto. Nem na linha do telefone. Espera as coisas desandarem, imprensa entrar, gente gerar mentira, e aparecer sorrindo para o almoço, dando tapinha nas costas, e "uhuu", vamos fazer barulho e gesticular para ser vista pela tv, usando camisetas de outras pessoas, forçando fotos, querendo aparecer, juntando amigos, manipulando mil. Anos de praia. Mesma coisa over and over again, cansa. Vídeo em internet não adianta. O nome continua ali, sustentado, mas o que aconteceu, que sabiam que forçariam para pessoas imóveis, aí, o dano vem pela internet, a distorção, as pessoas não param para saber o que é verdade. Querem a propaganda, difamar depois, dizer que fulano ou sicrana caíram, se divertirem, é so´um jogo cansativo de postagem de fotinhos e vinganças mil. Pagar propaganda para detonar alguém, coisas pior que pequenas, coisa que nunca fiz. Vida não se refaz como propaganda. Por isso a turminha do "estraga" se esmera tanto em fazer isso ou aquilo, outras se enfiarem em notas, pagas, fazer ajuntes, não arredar pé de associações, convencer alguns ou muitos que você está determinantemente errado, e, aí, o tempo passa.
O que se esqueceu é que a palavra mudou. Democracia. Não há direitos mais. Hollywood quer uma estória. Uns querem tragédias. Os outros, fazerem comércio apenas, outras culparem alguém. Internet virou uma insanidade. A distorção da democracia é que ela só serve em discurso. Quanta gente querendo viver a vida dos outros, apontar o dedo para que isso funcione com aquilo, e esquecem que vida não é a roupa mandada, a propaganda certa, embora a maioria ali viva para aquilo. E dois protagonistas olhando tudo. De longe.
Por pior que sejam os danos que tendências anti-democráticas produzam, a esolha é vital para a saúde. Enquanto se joga uma bomba, para se destruir por precaução, imagine se todo mundo fizesse isso. Mas é como funciona. Tem quem funcione para dar resposta à internet. Não à si. Para dar resposta à imprensa, aos patrocinadores, ao que "amigos" falam, induzem. Ninguém vai checar. Aí, se fez o auê para a net. Tem quem fique o dia inteiro posando para acusar alguém. Ou para mosttrar que não quer sair do lugar. A assessoria viaja. Tenta incutir algum temor internético. Imaturidades que cansam. Gente que não age mais. Não reage. Não sai do lugar. Aí, um grupo aponta o que quer. Fala mal. Vira uma brincadeira o que é previsto por lei como crime.
"Stay low" , eu li. Então está bem. Enquanto, por exemplo, patrocinaram uma pessoa para rolar em cima de mim, usando meu perfil, tudo o que fazia, defesas anti-racistas, postura, para, inclusive, fazerem novelas, e gerar milhões até usando o jargão 'evangélico', enquanto ela mandava alguém usar moletom com um "F..You"  nas costas, enquanto mentiam a meu respeito, para fabricarem editoriais e capas de revistas, e copiar o que foi feito por ou para mim, e desviarem a atençaõ e ganhos, para tal pessoa, eu fui difamada, tentaram me afastar da imprensa, de visibilidade, e, daí, os danos queimaram mais. A pessoa faz isso porque quer mostrar poder, rotatividade.
Daí eu saí da área. Ainda tentaram continuar com a coisa. ATé cansarem. Ele sentiu os efeitos, mas achou que foi proposital. Quem está numa praia, de férias, não entende a reação contrária À esperada de quem está em outra região. A coisa se espalha.
Aí, vi as difamações em veículos americanos. Uma cor boa, outra ruim, em reação em cadeia. Já teria reagido antes. Se soubesse o que estava acontecendo. O xenofobismo a brasileiros chegou a um ponto absurdo. Não somos crianças abestadas, meninas posando sem que nem pra que, para ganhar visibilidade, apenas, em celular.
Virou uma tentativa de forçarem opiniões e gente de imprensa para fora, desqualificar brasileiros mais influentes e capacitados, via deboche. Se sentir como no jardim de infância, sendo atacada por um bulling excessivo, nocivo, com bloqueios de imprensa, e não sei quem espalhou tal, se foi ele, e quem disseminou nas revistas de moda estrangeiras, as marcas aderiram ao preto. Holly quis fazer trocadilho. Perigoso. Me difamaram, sem que eu soubesse do tal alcance. Influencer?É isso aí.
O pior é que nem se vem na frente falar algo. E faz algo com um rebote tenebroso.

Trump posou de costas. Fora a brincadeira, um apresentador fazer o que fez, para tentar destruir algum profissional brasileiro, por prazer, tem algo muito errado. Assim como discordar dos ataques ao Irã, por nada. Como algo meremente preventivo. O problema é que nos ataques,s empre tem um feedback. E provavelmente serão os americanos, e se tiverem estrangeiros, cria outros problemas internacionais. E revide. Guerra. Uma cantora disse "stay Low". Sim, eu fiquei "low", e veio gente, muita, mentir a meu respeito para tentar tomar lugar em propagandas, na minha paz, e no valor de um trabalho. Não é bem assim. Enquanto brasileiros ficarem calados, eles abaixarão a cabeça, e outros se sentirão no direito de retirá-los do lugar, ganhar em cima, até que percam a opinião, a capacidade de realizar. e afastem a vida para outras datas.
Não tenho que me meter em questões políticas, mas desde que brasileiro, e eu sou profissional de imprensa, é destratado no exterior, ve-se sendo distorcido, humilhado, comparado a retirante, alguém tem que reagir. Democracia? Se o Brasil resolver instaurar os mesmos bloqueios recíprocos de entrada, e replicar a americanos, a coisa vai tomar outra proporção. Se ele tem direitod e falar o que quer, eu tenho que me calar, e ele levar a fama, e destruir minha persona, vida profissional, cabeça erguida? Se ele acha isso, o que produziu ali, eu tenho direito de produzir outra coisa em resposta. Porque não fiz isso antes, fui empurrada várias vezes de lado a outro, e uma porção se valeu disso, do mesmo que estão reclamando agora - jogada. No "stay low". Não tenho que discutir prerrogativas de Trump. Mas enquanto estiverem me fazendo mal, ou tentarem criar piadas de calúnias, difamações, num país que se diz democrático, aí, a coisa tem que ser revista. Eles têm direito, eu não? Fora de ser a beauty queen, e a garota do cara, eu tenho degree. E se uma cantora, cantor, atleta, quer ser respeitado, aja como tal. Não valide feedbacks mentirosos, para, depois, se querer valer como vítima. A vida não é bem assim.
Boa segunda, e boa noite, good night, Mr Trump. (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Protecionismo perigoso. Dangerous antecipation: Ieader Qassem Soleimani is killed in attacks orderered by Trump




O presidente Donald Trump ordenou ataques aéreos ao Irã, e Qassem Soleimani, um dos mais importantes líderes da região, foi atingido e morto. O Pentágono confirmou os ataques por parte do governo americano, e a intenção seria a de proteger interesses americanos, e revidar mortes de cidadãos também americanos no Oriente Médio. China, Rússia e Inglaterra se manifestaram temerosos do respaldo aos ataques americanos, e Donald Trump se limitou a postar uma bandeira americana nas redes sociais. 
A ideia de que os Estados Unidos, na sua noção de supremacia mundial, incia ataques de forma a se proteger como antecipação assusta a vários líderes internacionais, já que extremismos da democracia sugerida retaliam o próprio governo, e a própria ideia falsa reforça os mexe-mexe xenofobistas que acontecem livremente no país, desqualificando ou desrespeitando estrangeiros de forma a ferir subjacências de direitos humanos estabelecidos por organizações como a UN (ONU), o que reflete numa imagem muito ruim para o país. Se os americanos não podem ser ameaçados, ninguém pode. Em casos de líderes com interesses que ferem a segurança direta americana, com intenções de ataques terroristas, a vigilância é maior, mas nenhum ataque imediato havia sido feito em direção aos Estados Unidos ou a líderes do país. Começar a atacar sem nada emergente, e por pura prevenção do que não aconteceu, e não se sabe que poderia acontecer, deixa o ponto de interrogação no ar. Do que é realmente necessário, ou do que é um ato vazio, isolado. 
O problema é que a ideia de supremacia americana, e esse tipo de ataques ordenados por Trump, acaba levando a um efeito dominó. Vários órgãos americanos, e pessoas comuns, ou bem sucedidas no cenário dos Estados Unidos, acaba se sentindo no direito de diminuir e mesmo prejudicar não só a imagem, mas atingir fortemente a quem se quer, via empresas, pessoas comuns, ou mesmo mídia americana, estabelecendo que outros cidadãos são meros elementos de uma corte sem poder. 
Formando a base da economia amercana, com participação intensa, e de força de trabalho do que muitos americanos não fazem, e dependem de imirgrantes, os esttrangeiros ainda são malvistos no país, e a vergonha é que parte da imprensa americana, algumas tvs, se sentem no direito de desrespeitar profissionais, gerar ataques de deboches, em canais antes renomados, como a CBS, causando vários danos morais, pessoais, e se alastrando como uma manipulação errada pelo mundo, com efeitos catastróficos. Se desanda por boa parte de uma população que nunca vai ver uma seleção natural grotesca, mas vai sentir os efeitos de destratos, humilhações públicas, desvalores, tanto por parte de gente esclarecida, como por parte de outros orgulhos do país. A atitude de Trump se reflete não só como ato do governo, mas em outras instâncias.
Se era hora de consertos, virou o insuflar de tensão. Antes tivesse postado uma nota escrita nas redes sociais. A foto única da bandeira americana deu a entender que a bandeira pode tudo. Mas não pode. Mesmo que haja gente de renome e personas grandes e interessantes, benéficas e comemorativas com os estrangeiros nos EUA. Cuidados de governos e tentativas de supremacia. (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Apresentador do The Daily Show (CBS) menciona muro mexicano, e faz piada com cunho xenofobista. Alvo seria jornalista brasileira, que se envolveu com Rafael Nadal. Ele usou preto para retaliá-la no US Open, e a midia americana teria detonado sua imagem, por vangloria do espanhol. Tv presentor Trevor Noah (The Daily Show), makes jokes about Mexicans and the Wall, and target would be brazilian journalist, who had her name involved to Rafael Nadal. He wore black during US Open, after disagreement with her. Trevor and CBS may face her lawyers, and Trump could get an advantage. See how.


O apresentador Trevor Noah, do The Daily Show, parece ter perdido completamente a noção de limites e respostas jornalisticas, e esquecido, na sua tentativa de superioridade numa bancada americana, fazendo brincadeiras sobre um muro para bloquear a fronteira dos Estados Unidos com o México, e usado como alvo, nas nada-entrelinhas, a jornalista e fotógrafa brasileira Rosaly Queen. Queen teve seu nome envolvido com o do tenista Rafael Nadal, que foi visto usando cores da bandeira brasileira em diversos de seus jogos, desde o ano passado. Amarelo no Masters de Roma, no ano passado, em Monte Carlo, Barcelona, Madri. Mas após alguns desentendimentos dos dois, por força das fotos empurradas por Xisca Perreló em revistas espanholas, para tentar afastar Queen, segundo o que foi dito nos bastidores, e tentar ocupar um lugar para ser vista por tvs, sentada na audiência do tenista, Nadal acabou perdendo o equilíbrio, a concentração, e falhando em torneios como o de Monte Carlo desse ano, e de Barcelona e Madri em sequencia. Queen se mostrou discreta, mas a espanhola quis se mostrar, e teria feito arranjos com assessoria de imprensa, e junto a jornalistas, presentes nos jogos de Nadal, para forçar fake news em capa de revista espanhola. "Nadal não fala, não reage. O jeito calmo demais é comodismo e inatividade. Os adversários dele sabem disso, e tiram vantagem. Jogaram contra ela, espalham difamações, e o chamam para jantar. Nenhum deles vive a vida dele. São jogadas que fizeram depois de identificarem que era ela que dava propulsão e equilíbrio com incentivo para ele ganhar, cantoras e bandas viram isso, fizeram músicas, marcas de moda internacionais espalharam prints de rosas em suas coleções. Usaram as cores amarelo e rosa. Isso instigou a inveja de muita gente. Mulheres de tenistas, e namoradas, apareciam com bolsas de marcas estrangeiras, celebridades de reality-shows viram isso, e também tentaram repetir as fotos dele e de Queen, para querer chamar a atenção nas redes sociais, e ganhar curtidas. Várias começaram a posar com camisetas com nomes de marcas, para ganharem coleções, tentarem um espaço. Teve cantora que correu atras de marcas para também se promover. Usaram a cor do cabelo de Queen, os óculos. O que ele fazia, postava, virava tendencia, virava algo. Tentaram desviar a atenção, criar confusão com seus posts, sua postura, por inveja. Tentaram se vender como 'fashion', para tentar parecer mais aceitável. São só coisas fake. Gente fake, que fica com inveja, espalha difamações, tenta se vender, chamar a atenção diminuindo ou criticando. Gente vazia. Nadal sentiu ciumes, tentou revidar.
Da pior maneira. Jogou seus alegados 'valores' no lixo. Tentou espalhar propaganda de si mesmo. Se filmou dando autógrafos. Perdeu o freio. Ia achar alguém da vizinhança (Espanha) para segurar patrocínios, se fazer de vítima, e tentar novos patrocínios importantes. Quis competir por dinheiro, e não por caráter. Chutou o que realmente o fez valer com valor. Não fez nada para reagir. Viu os comentários e várias brincadeiras e ataques de mau gosto em tvs americanas, e não falou nada. Sabia o que estava acontecendo. Não adianta correr para fazer propaganda e assinar com bancos como Santander, Telefonica, ele caiu. Como pessoa. Pode estar ocupando o topo da lista da ATP, que validou a blindagem dos erros e das atitudes infantis dele, uma blindagem por nome. Tenistas assumiram uma vestimenta preta por retaliação para prejudicar alguém e fazer um marketing negativo. Queriam aparecer como um 'suporte' que nao existia. Mentira. Ninguém procurou Queen. Era uma tentativa de atingir uma brasileira que contrariou os interesses de um tenista, depois de o defender, e vê-lo irreativo. Só reagindo por glória própria. Deu o pior exemplo possível. Tem coisas que não dá para se reparar" disse uma jornalista, amiga da fotógrafa, que não quis dar o nome.

"Eles (Nadal e seus amigos) usaram de manipulações via internet, e depois fizeram brincadeiras de mau gosto, de humilhação. Apontando o dedo, filmando cenas de crianças sendo mandadas para fora de quadra por técnico. Ela não é criança. Fã. É jornalista. Ele esqueceu esse detalhe. Não pode fazer o que acha que quer. Roger Federer pode ter influenciado publicações negativas nas Vogues (revistas) estrangeiras, por ser amigo de Anna Wintour, editora chefe americana. Virou um tsunami contra Queen. Apareciam pinturas de mulheres nuas pulando de árvores em rios, como se estivessem na selva. Federer desenhando na areia, com um galho, um coração no deserto. Pegaram pesado para algo que poderia ter sido resolvido cara a cara, com menos orgulho, jogadas negativas e vingativas de marketing, acusando dela ter desistido e preferido ir em outra direção. Federer tentou se promover na América Latina para fazer presença, fazer graça. Alguém tem que botar o dedo no meio, e parar essa estória de assédio sobre mulheres, e combinaçao de atletas frustrados, para prejudicar alguém. Virou algo louco na internet. Isso tem consequencias sérias, e atletas de renome fazendo isso, sem nenhum feedback, ao ponto de chegar a brincadeiras xenofobistas, com rosas em cima de túmulos, e gerar camisetas da Disney, mencionando "grieving" (velório), foi longe demais", disse outro jornalista. Trevor pode enfrentar um processo e a imagem da CBS desabou para muitos jornalistas, e brasileiros que conhecem Queen. "Ela tem um caráter limpo, é justa, recusou ofertas em dinheiro e onerosas para deixar Nadal. Ele não fazia nada a não ser usar uma camiseta e ficar sentado, atacando outros pelo celular. Ignorou o que o assédio sobre a situação e as tentativas de vingança de alguns canais brasileiros estavam fazendo com Queen. Ela estava sendo atingida diariamente por uma imprensa podre, manipulada por um grupo de tv, que a atinge desde antes de interesses relacionados à Copa do Mundo terem desabados quando Neymar Jr se desequilibrou, e tentou se vingar dela. Não é assim que a coisa funciona. A CBS permitiu a Trevor continuar com o que ele já vinha fazendo, e ela não sabia. Abriu o Google no dia 31 para procurar o programa, e viu os vídeos. Flores amarelas (que apareceram em coleçoes como da Prada, para Queen) apareciam em vídeos simulando turistas bobos encantados com pequenezas. As piadas de Trevor, mencionando o muro de separação dos Estados Unidos e o México, e as risadas dele sobre imigrantes, as rosas no tumulo, podem tanto indicar que Queen não chegou a Nadal por ser estrangeira, e não ir ao US Open por estar sem visto americano, tendo Nadal pedido o suporte a ela, e ação de constrangimento a uma jornalista brasileira, que estudou em Nova Iorque, e trabalhou para revistas americanas, pode ter uma outra repercussão. Bem pior do que a inocência floral e estrangeirismo em deboche de Trevor. Ele vai responder a uma profissional de imprensa, a tv vai ter que responder, e advogados foram acionados, pela ação deplorável do apresentador, que queria ser engraçado, perdendo o riso.
Nenhum brasileiro que trabalha nos Estados Unidos, que sustentam boa parte da economia do país, se sentiria satisfeito vendo uma cena dessas. O problema de Trevor se agrava porque a situação se espalhou pelo Instagram, por atrizes americanas, e detonou a imagem de Queen, que de jornalista e fotógrafa internacional, com passagem por revistas como a Elle brasileira, e francesa e de outros países, ficou sendo vista como uma adolescente cujo ídolo reagiu mal, deu uma de 'famoso' e quis criar uma cena para a imprensa. Dois dias depois do aniversário dela. Ele foi infantil, irresponsável, e vai responder por isso", disse o jornalista, que não quis se identificar, por causa de retaliações justificáveis.
"O que Trevor falou se espalhou e transformou a imegem de Queen em 'pena' e 'piada'. Nadal ainda teve a coragem de usar a camiseta amarela em propaganda da KIA, junto com o carro nomeado de Rio (Queen passou temporada na capital carioca fotografando moda em praias). "Eles fizeram um ajuntamento contra Queen para atingi-la, e blindar a imagem dele. Ele queria mostrar 'poder'. Mostrou derrota, vexame, falha. Distorceram a imagem dela em revistas brasileiras. Muitas mulheres a atingiram para pegar marketing em cima, fizeram deboches, virou um circo. Como ela não apareceu para se defender, o erro continou se espalhando, e criou uma pseudo-verdade. Ainda não entendemos a reação de Beyoncé, de celebridades que querem viver a vida dos outros, opinando sobre um receituário próprio. Ela não entrou na casa de nenhuma atriz para dar opinião. Beyoncé quis viver um fairy-tale dos outros. A vida não é bem assim", criticou a jornalista, amiga de Queen. "Brincadeiras de mau gosto que se espalham na internet validadas por um nome famoso, tem consequencias sérias. As pessoas ignoram isso. Vivem de replicar e tomar decisões baseadas no que acham que está acontecendo, no que acham que fulando fizeram, em posts de internet. Um vício perigoso. E muita gente está desabando ali. Ela mal conseguia reagir, mas obteve ajuda de gente amiga", completou.

A irresponsabilidade de Trevor pode dar uma vantagem à Donald Trump. O discurso com retaliações a imigrantes pode ser reestudado e avaliado, e uma outra variável entra em questão. Até que ponto a imprensa americana age de maneira irresponsável, para atingir alguém, de modo que Trump pode levar vantagem em ter sido difamado, ter sido alvo de também notícias vazias, de modo a derrubá-lo, e o que público e celebridades sabem, é muito do que está sendo repassado pela criatividade infeliz de alguém como Trevor. A vantagem que Trump tem é essa. Se Trevor mirou de forma tão irresponsável uma jornalista brasileira, que terminou com um atleta, e interesses dele e de outros grupos foram atingidos, enquanto que ela não teve palavra, e foi acusada sem que o apresentador nem ao menos a conhecesse em pessoa, o que se fala e se propaga em algum veículo da imprensa americana pode ser um discurso mentiroso, com intenções várias. O carro pode ser puxado daí.
Quem pode afirmar com segurança que muito do que Trump falou não foi reeditado para gerar ódio e ferir interesses de outros grupos, a fim de promover um impeachment, e, reavolumado pela opinião de apresentadores, tomar outra proporção?
Trump pode ter uma carta na mão de um incidente com uma jornalista. Puxar os erros e abusos de gente como Trevor, o The Daily Show pode ser visto de outra maneira, e bastidores virem à tona.
Trevor deveria ter ficado mudo. Mas se condenou. Ignorou o que outras palavras melhores que as suas podem fazer. O desabar do poder, do desvalor pessoal, e da economia americana (já que boa parte dela é elevada por estrangeiros), pode ter se configurado nas palavras pobres e irresponsáveis de Trevor. Aulas de flexibilidade.
Uma foto de uma garota com o pé no muro de Berlim pode ter dado a impressão errada. Queen circula entre Brasil e Alemanha, e adora o país germânico. A intenção foi mostrar que o Muro de Berlin foi derrubado porque segregava pessoas. O muro que tenta separar as fronteiras do México e dos Estados Unidos, também demonstra uma segregação. Ela não aceita muros que afastem pessoas, segreguem nações, poder de trabalho, e minimizar estrangeiros por muradas, é ignorância. O Muro de Berlim não poderia ficar de pé, e foi um ato de liberdade e união a sua derrubada. Trevor murou opiniões sarcásticas em programa americano. A mostra foi de tentativa de humilhação. Pode responder por danos morais, e outros adendos.
Vexame americano uma tv como a CBS se permitir ou permitir a um apresentador ir tão longe. Caiu em desuso, vexame. Trevor é um vexame.
Que sonho americano morreu no passado, e ninguém avisou a Trevor que brasileiro não está na idade da pedra, e do pulo. (Bruno Alves com Rosaly Queen) (Foto Reprodução Youtube) (O vídeo está no Youtube. Clique em The Daily Show wall).

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Ela vem de Rosa, toda garbosa, a autoridade da Rainha Inglesa. She comes in pink, with authority, the Queen Elizabeth.


E logo depois do azul, do floral, e da riqueza do branco ostentoso, com brilhantes profusos, a ranha da Inglaterra apareceu assim, de rosa, apagando Melania Trump, que estava chique, mas a poderosa monárquica mostrou que está antenada com o mundo, e exercendo seu poder de direção e de opinião. Poderosa como ela só, se a rainha não é nada menos que o máximo, ela enfrenta mini-Goliahs com a precisão de uma cor. Em time vencedor não se mexe. Ela sabe bem disso. Calou a boca da concorrência. E nem precisou mostrar número nenhum, subir num pedestal, publicar nada em conluio com caixas de champagne pagas, mas só de um discurso valoroso e justo. Coisas de qualidades diamantadas e pendões de realezas. God Save the Queen. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)

Rainha Elizabeth passa a guarda em azul. Queen (Blue) Elizabeth, with Trump: en garde.


Com look floral, o azul com Trump fez a Rainha Elizabeth II desfilar elegante e cheia de autoridade, e postura, diante das polêmicas que o presidente americano causou ao pisar em território britânico. Detalhes amarelos dentro, no vestido. Se a rainha da Inglaterra não é tão silenciosa assim, e tem posturas corretas que confrontam quem parece estar vencendo alguma batalha desigual, ela dá o tom. Apesar de mais alto, ou de parecer um Golias, era Trump que poderia ser a presa. Se não foi coincidência, não tem como parte da turma do contra não entender a postura monárquica, enquanto tenta vários ataques em jornais. Gente de primeira e fina, é outra coisa. (Rosaly Quen) (Foto Reprodução)

Rainha floral: visita de Trump. English breakfast: flowers and Trump.


Se a cafeína precisou ser adicionada para Trump, geralmente enérgico demais, o jet lag pode ter batido os sintomas, mas a rainha, em terreno próprio, apareceu assim, alegre, leve, floral, sem deixar pesada a visita de um presidente americano. Dissoante de muitos discursos, afronta a vários outros, partidário de "walls" (muros), do lado de lá, a Rainha Elizabeth surgia elegante, sem parecer querer entrar em muitos tramites com relação a disputas de opiniões. Trump, de gravata azul, pareceu sóbrio e vivo. Melania encarava um look retrô. Coisas de fashionismos e posturas várias. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)

terça-feira, 16 de maio de 2017

As cores de Trump sinalizam prévias do governo. Trump´s colors. The signs.


Donald Trump ja mandou umas bombas como novo presidente, literalmente, e os mísseis podem ser vários durante o tempo de governo dele, que não se sabe ainda se vai ser curto, médio, longo, pingado, no leite, mas se a economia não vai pela saca de café, e o nariz não cresceu tanto quanto a cabeleira, as cores vermelho e azul simbolizam várias assombridades.
Não é o preço do vestido de Kate, que o colunista errou. E o casal inglês no café da manhã disse que saiu às prévias do casamento de Peppa, irmã de Middleton. Dupla bacana, apreciando o café ao mar. E tentando pedir o liquido preto da disputa, mais misturado com água quente. O vermelho, sinaliza o perigo. O azul, quase que uma passividade. O presidente bombástico americano estaria cooperando com os russos? HAja roletas de Kazan. Um fala uma coisa, a foto forja outra, o muro esconde outro, o iogurte fracionado encorpa a dieta que nao é no-lac, porque a vergonha nao bateu à porta. Novos rumos, nova vida. Depende. Da proposta famigerada de uma pena inexistente, de tanta gente querendo resposta ou achar cabelo em fio de ovo. OS americanos quiseram um novo governo e elegeram Trump. Veio a bomba ambígua. Brasileiro inventa mentira demais na midia, e, depois, elege Lulico de novo. E a culpa foi da falecida. VAi entender. Tanta esbórdia que ninguém mais sabe quem é quem, se a foto bobésima funciona com gente menos esclarecida, para ganhar troco, e se a inteligência nem precisa assinalar o vermelho, porque em Tampa, o mar tem outras cores. Gente doida. Razão, já (Rosaly Queen)