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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Ama cafeína. Enérgica! Do you love energy?


Para quem ama café, estilo, a cor branca, design, e não fica sem cafeína para se energizar e aguentar o dia, a noite. E ama aquelas coisinhas de acionar a cafeteira pelo bluetooth, via celular.
Delícias da vida moderna. Vai um café? Faltou só eu com o George Clooney na propaganda. Não a rainha clone. Viu, George? 
For those who loves and need coffee to deal with the day. Night. Design, white, and those delicious stuff as give orders to the coffeemaker by cellphone. Oh, gosh! Now, George must do the adds with me. Not with the fake queen... oh... Hey! (Rosaly Queen) (Fotos Reprodução)


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Crises americanas, loiras e negros, sacrilégio de superpoderes anti-democráticos. American crisis, King-baptist-values-influences-pro-democracia and equality, superpower-elitism-hell. Where is the world going to. Brazilian business and ... would you dare?


























A senhora negra acima foi clicada numa das piores crises americanas desde a Grande Depressão. Em 2008, a quebra do banco Lehman Brothers atingiu em cheio quem tentava criar um sonho de comprar apartamentos em areas litorais e mesmo americanos que queriam ter residencias maiores, aumentar seus negocios e sintomas de prosperidade suposta em torno de Miami, e tentar uma vida mais cheia de lazer em temáticos Orlando e na ensolarada Florida, mesmo vigiada pela fome dos jacarés. Voraz, a bancarrota foi drástica, e pegou de surpresa americanos e estrangeiros. Nas ruas, protestos. Crianças eram empurradas em carrinhos pelos pais, e mesmo empresários, viram desabar, da noite para o dia, negócios e projeções. Supermercados começavam a denotar a falta de comida, de água, e estrangeiros que foram espertos, conseguiram fechar escritórios e se exportar para longe do furacao que atingiria ferozmente os Estados Unidos. O orgulho caiu. Despencou. Brasileiros que adquiriam residencias e abriam negocios em Fort Lauderdale, Boca Raton, Pompano Beach, Miami, Orlando, fecharam as portas. Entregaram casas. Se reduziram. Falência de mercados, e população revoltada nas ruas. O que ficou escondido nos bastidores, e erros nao consertados, impactaram violentamente e deixaram sem esperança multidões que chegaram a ocupar praças em barracas, jovens tentando se embalar com musica, desolados pelo sonhos desfeito na fé de um país aparentemente capaz de lidar com variações e explosões de economia e orgulhos. Não estava. A falta de força para segurar as rédeas e impor valores que poderiam nortear a economia e garantir a sobrevivência, mais que a aparência e orgulho, ruiu.
O protesto "Ocupy Wall Street" gerou um brado que ecoou por toda Nova Iorque, Estados Unidos e pelo mundo. Das glórias de pessoas, de líderes, que mudaram a estória dos Estados Unidos, em prol do povo, e que se refletiram como memória valorosa, mundo afora, como Martin Luther King, a diferença residiu nos detalhes. Luther King era batista, e seus valores evangélicos, num conjunto de moral que poderia reger igualdade de direitos, nivelamento da população, embasamento da sociedade como um todo, longe de ser uma religião castradora de mentalidade e privilégios, primou pela valorização de povo como povo, e repudiou a ideia de segregação não só de raças, mas financeira, social, refutou ideias de humilhações, comparações bestiais, tentativa de supremacia pelo erro, e o batisteiro Luther King fez algo inenarrável pela humanidade, não só pelos negros, porque não se viu como conceito egocêntrico de lider, de querer algo para si, ou de primar por jantares com refinamentos douráticos, nem de se assentar para rir com grupos de empresários para isolar estrangeiros que financiam países outros, talentos que se sobressaem em diversas áreas, como naquelas que divertem e gloriam os americanos nos cinemas nos fins de semana, e reduzem o stress, e geram os conceitos blockbusterianos que o mundo tanto adora. "Oh, gosh! Luther King was one of those who pray. What the hell this people do? Why they are the ones who make huge impacts and create a type of tsunami, daring to break opinions and reavaluate powerfull status quo? - Because they are not poor citizens who consider themselves and their fat dinners and own glory first. They have that inner power based in another type of values and justice, of equality, of empower human being, women, groups, foreigners, that others try to hit to copy later, and stamp it in magazines covers, as they ry to find some mistake in them, call them poor-lonely-ice-ones, but they are full of fire, full of that fire that many lost, and with all type of financial power, cannot erase those who dare to be courageous to change the history. To see and point what is wrong. They were misunderstood, hit, they try to shut their mouths, broke them, lie about them, but they are the ones who can really change lives and change the world. True can change history. Give hope. Governments based in pride only, segregation, financial interests, ties, wow, Luther King had nothing of this. Oh men! But he had some kind of power. Oh!Stupid man who was baptist. Damn! And he had a color! He was not blonde. Blue eyes. He didnt wear  Prada! But... fuck! He changed the history of the world for having other bunch of values which were an offense to the status quo. No more sitting in the bench in the back, no more heads down. What the hell! What the heaven.
The world doesnt need voices against democracy. Weird laughes with other lobsters. People need governments who have power to be use in their benefit. Not in the benefit of sectarism, xenofobism, and a groups purpose of pride. Government is not for groups. For personal goals. Is for people" (Rosaly Queen) (Berlin at 9) (Fotos Reprodução)

Em 2008, e com a crise criado outras expectativas devastadoras, nos Estados Unidos, tendas foram armadas por todo o Brasil para atrair um dos maiores públicos consumidores para distribuir vistos e fazer com que os estrangeiros ajudassem a recuperar a economia americana. No natal, cerca de 1 bilhão de reais foi gasto nos EUA por brasileiros, que ajudaram a salvar o país de uma das piores crises da estória. O orgulho financeiro americano foi restaurado por... Brasileiros. Nova Iorque, Boston, Miami, Orlando, que brasileiros bonzinhos... Memórias são boas, ótimas, e sempre favoráveis para lembrar que salvadorismos pessoais não se fazem com ataques funestos, e premissas penosas religiosas. Se os Estados Unidos ainda conservassem um pouco dos valores do protestantismo, que foi base do país, teria outra perspectiva e não estaria lutando para elevar o orgulho, atacar outros, e favorecer despotismos, e, não, democracias. Se 2020 pode ser premissa de uma crise maior, que é alicerçante de GPS errantes, a economia e o bem social dos americanos vai ser provado, como está sendo. Cadeiras e levantamentos, sorvetes e fogo. Mulheres e líderes, designers e atitudes, infantilismos ou adultos em fase de reaprender diretrizes de respeito e anti-orgulhos. País não é playground de casa. Nem mulher retrato de piadas bicolores pseudo-sociais. (Rosaly Queen) (Press) (Berlin at 9)



quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Titanic, Celine, Tattoo e Joia. The Ship, Celine Dion, Jewelry, Fame.


Depois de minha cantoria da música do filme Titanic, para Leo di Caprio, em aeroporto e entediada com a espera de voo, longa em dia chuvoso, a cantora Celine Dion aproveitou para festejar, e disparou a aparecer em eventos festeiros, a bordo de modelitos diferentes, alguns bem estranhos. Claro, a joia semelhante à do filme tinha que dar o tom no pescoço, e ela aproveitou para ulular frase sobre... (Paris?) em camiseta. Aí, ver todo mundo dar opinião na vida, como prato em menu do dia, ficou... estranha a sensação de correria pelo marketing com ID e oferendas alheias. Acho que só o moço em questão não aproveitou tanto nessa acelerada, nem eu. Foi bacana ver o tapete pink do Met Ball deste ano, no Metropolitan Museum, enquanto eu estava numa praia quase deserta. Não foi falta de jeito, de vontade de aparecer, mas acho que ignorei como a coisa acelera rápido via Insta e Holly-land. As rosas ao redor dos fotógrafos foi algo lindo, sublime, lisonjeiro, perfumado, emocionante. Sim. Rosas. Que lindo. Quem entendeu errado, ou tentou fomentar coisa errada, para queimar a perfeição da coisa, dos arranjos, da espontaneidade, jogar espinhos não estraga a flor. Nem a intenção de quem, carinhosamente fez o gesto. Lindo demais.
A tatuagem no braço de Lady Gaga foi mais divertido do que os óculos grandes e o big celular. Será que toda DR, ou quase toda, foi mais por via-fone? E tem gente que ainda acha que tem meio mundo não vendo aquilo dali...
Madonna foi de preto ano passado, levando uma rosa preta. Se aquilo ali foi simbologia e magias negras, na rosa rosa, não funciona. Ela não gosta do trocadilho. Celine Dion teve até print de camiseta. E quem me comparou a Davis com Golias, a visão do aparente pequeno foi larga e certeira. Hollywoodianismos em life, não tem ninguém escondendo. Talvez um pouco alheio ao que aconteceu, enquanto o mar quebrava as ondas, e as manhãs tinham vista para os barquinhos. Que não o Titanic. Me manda o day-off no iate, mas agora a mala está pronta. Soon. (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)

Madonna, New York, coroas de rainhas, e Madame-X. Sem mistérios. Madonna, Madame-X, The Crown.

 O X nos olhos, como tapa-olho, não é tanto um "Ensaio sobre a Cegueira". Ela talvez prefira preferir dizer que "God Control" seja um duo ausente. God (Deus) e Control (Controle). Mas o que está fora do dela, ela realmente não pode controlar. Mesmo sendo uma popstar, com facilidades de fama. Madonna usa uma coroa em fotos, e um grande X no peito. Se as cruzes no Met Ball e a rosa preta, no ano passado, foram simbologia, o coração no punho aponta para a letra X. Talvez seja o que ela queira. O "X". Nem tudo é Martha Graham, e sua coleção de achismos de mistérios pode estar mais na vivência do Instagram do que querer deflagros na vida real. Provocações de bastidores, a cantora não quis celulares em seu show. Nem vai querer para frente. E quer vender tickets. É hora de cantar, e lembrar de "Like a Prayer". Mesmo que o sentido religião, para ela, seja inverso. Deus é uma curiosidade, vidas de pessoas nem tão aberrativas e óbvias também. Stars at night, during the day. Yes, here she is. (Rosaly Queen) (Foto Reprodução)

Madonna and her new tour "Madame X". New York without cells. Madonna faz show em Nova Iorque e confisca celulares.


A expressão "não dar ponto sem nó" se aplica e muito à cantora Madonna. Em seu novo álbum, e sua nova turnê, vários sentidos e inspirações implícitas não estão tão escondidos. A veste de noiva, as rosas no piano, a rosa preta do baile do Metropolitan Museum, em Nova Iorque, no ano passado, Maluma com a tattoo de coroa de rainha no pescoço. Repetições de símbolos, reinados de quem? 
As provocações com cruzes, a indumentária ao lado do designer Jean Paul Gaultier, um de seus preferidos, a tentativa de disfarce do óbvio. A cidade abandonada, de novo vídeo de Madame X (nem todos são 'próximos'), o negro com um tipo de possessão, igrejas espalhadas, abandonadas. God Control? Sim ou não, para ela? Se é ele, ou a manipulação que comanda e dirige a vida de várias pessoas via não-escrutínio de redes sociais, as fogueiras atuais de incendiar e de opiniões rápidas, a tentativa de denegrir, ruminar fofocas, repeti-las, acusar, jogar setas, tentar provocar, criar pensamentos confusos, guerras cibernéticas, com o uso constante do wi-fi e de celulares rápidos e modernos. Vida e desvida em menos de 1 hora e meia. O que vaza para a imprensa, e como. Que nome valida uma confusão, quem faz brincadeiras com o alheio, pelo puro prazer de dizer que validações reais, valores reais, não existem. A jogatina pela fama, pelo sucesso, pela visibilidade e pelo dinheiro, difamações para que quem está chamando a atenção no espontâneo caia, e alguém jogue poeira e lama junto com outro alguém, costurado pelo empurra de outrem, e quer achar que a sensação de vitória é dominar pelo sobrenome, ou minimizar alguém. A mídia que gosta do jogo, e acha que faz com que todos caiam no tabuleiro, inconsequente. Não é bem assim. Se ela tenta fazer um roteiro quase perfeito, se tornar X, e Madame pular para caprichos outros, e continuar, via rede anti-social, captulando material para fazer o que quiser, o elemento surpresa não fica tão sereno diante de reis. Madame-X, God Control, Beautiful Game. Jogo de quem? Controladora ou peça de uma mesa previamente montada? Mistérios, que não são tão mistérios. Ainda que um grupo distorça o sentido. (Rosaly Queen - Berlin at 9) (Madonna, Madame-X) (Foto Reprodução)

sábado, 31 de agosto de 2019

Moda e estudos em Nova Iorque. Modernidade e natureza. Fashion, wild nature, New York and brazilians.


Dos tempos de estudos em Nova Iorque, a foto de banner da Gisele Bundchen quando estava decolando na carreira internacional. Vida que vai em linha reta, volta, vai em linha de novo e reaponta continente americano, europeu, e muita gente acha que só uns poucos e raros brasileiros conseguiram se impor e trabalhar em territorio novaiorquino e europeu, demais americanos. Falar de vida selvagem é rústico demais, para quem não fica tanto em bastidores, mas tem gente que faz questão em se superlativar, e se trasladar a outras instancias mais superiores. Faculdade não é selva, nem colégio de Nova Iorque. Nem moda, nem fotos de passarelas, nem produzir capas de revistas, nem segurar a câmera, nem discursar sobre algo mais que água e índios na ONU, United Nations, e de árvores. Sentar onde? Não só na segunda, na primeira fileira de desfiles, mas anos em cadeiras de faculdade, para poder entender e bater de frente contra desvios de políticas, que favorecem uns, e deixam o Brasil, por exemplo, no caos, a desmandos de mídia, ignorando presidentes que querem fazer algum tipo de limpeza, e veem reportagens distorcidas, manipuladas, enquanto alguns se valem de propagandas várias, utilizando ID de outros, promovidos pela mesma mídia. Em detrimento de ameaças e algum tipo de engano, falácias. O pacote pode vir embrulhado bacana, dar Ibope produzido, mas mudar rumos de desigualdades, e exercitar cabeça pensante, sem que seja promoção de Machu Pichu ou de água, não é só morder o morango orgânico. Outras coisas mais têm que ser orgânicas. Mas quem fala, tem que ser calado, ou comparado a indígenas, se o ex do cinema rugiu. Moda em plataformas ou sem ela, chinelos não são para acampamentos - viraram flip flop em inglês. Discrição não combina com cocar. Apesar de aparecer em desfiles, de vez em quando. (Rosaly Queen - Almighty Agency - Big NY Press)

Semanas de moda internacionais. International fashion weeks, files.


Das semanas de moda internacionais, continente europeu, foto, reportagens, vida de estilo. Luxo é ser original. Right?
From international fashion weeks, work, work, work. (Rosaly Queen * Almighty Agency * Big NY Press) 

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Nova Iorque com temperaturas baixando, fashionistas na rua. High level for New York low temperatures...


A temperatura em Nova Iorque vai caindo, e as fashionistas aproveitaram para desfilar estilo nas ruas. E quem condena os casacos e coletes de pele, claro que os ecologicamente corretissimos, não sabe como é sobreviver na megalópole em tempo de frio e fora do calor de 40 graus do Rio. E, olha, como há pacotes de viagem acessíveis á mega-maçã, de todos os preços (!), para todos os públicos, e quem achou que domina os cenários mundialescos, é preciso renovar os "conceitos". Afinal, ticket de leite para população fazer voto era na era Sarney, que gente de tempos atrás já contava como funcionava a maquina da manipulação manjada de votos e política, com os mesmos benefícios para quem posta na vida "sem filtros", mas vê só o filtro alheio. Filtra o café, brasileiro, porque o frio aumenta. Lá, o acrescimo de um licorzinho ajuda a esquentar, afinal, teve água que virou vinho para celebração, e, para ser chique, longe de Nova Iorque ser destino de uma só vez, lá não é samba, o biquini ficou para o Bra-Bra, e o casaqueto se incorpora e se enche de perfume fashionista. Voilá!
Temperatures are getting low in New York, so, bake the apple! Apple pie, better. Fashionistas go to the streets to show their best looks, as is cold, colder, but hearts are burning on fire.Thanks heaven for the cold weather, and warmer moods than some in Brazil... oh, gosh, they can be hard. Dont manipulate the coat-picture, because it may have another destiny. Not the price for tickets for milk free as some older politicians used to do. Thank heaven New York thinks different. Milk is frozen right now, but we dont say bye bye to ice cream. Or coffee. Coffee? Burning mood! Its very well accepted. As life and the cups change and turn around every situation, no matter what. Biggest New York days. With fashion. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)