E logo depois do azul, do floral, e da riqueza do branco ostentoso, com brilhantes profusos, a ranha da Inglaterra apareceu assim, de rosa, apagando Melania Trump, que estava chique, mas a poderosa monárquica mostrou que está antenada com o mundo, e exercendo seu poder de direção e de opinião. Poderosa como ela só, se a rainha não é nada menos que o máximo, ela enfrenta mini-Goliahs com a precisão de uma cor. Em time vencedor não se mexe. Ela sabe bem disso. Calou a boca da concorrência. E nem precisou mostrar número nenhum, subir num pedestal, publicar nada em conluio com caixas de champagne pagas, mas só de um discurso valoroso e justo. Coisas de qualidades diamantadas e pendões de realezas. God Save the Queen. (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)
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quarta-feira, 5 de junho de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Hard tragedy in Minas, Brazil. Harder is the color. Cores difíceis da tragédia em Brumadinho, no Brasil. Resgate duro, repórteres em rosa e azul.
Ser a tragédia ocorrida com o arrebentar da barragem em Brumadinho, estado de Minas, próximo à capital Belo Horizonte, foi algo que chocou o mundo, para outros, nem tanto. Alvo de exploração para reportagens de tv, veículos de mídia muitos, e até para quem queria mostrar a cara 'salvando' animais, usar a tragédia e aliar um guarda-roupa em rosa e azul, não foi apenas coincidência, nem apenas montar a cena com entrevistado em rosa, ou de tshirt azul em primeiro plano, no jornal. A coincidência que se repetiu nos canais da Globo, e seu veículo impresso, pode ser o retrato mais triste da tragédia, que deixou, não só habitantes locais mas funcionários da companhia Vale, médicos, engenheiros, motoristas, gente que é gente. O horário calmo de almoço foi fatal demais para a lama que descia junto com o rompimento da barragem. Repórteres de vários canais da Globo vinham usando azul desde pós-Copa, quando a seleção brasileira perdeu o mundial de futebol, e o que seria provocação nas cores se espalhou entre os repórteres dos vários canais da emissora brasileira, e as fotos foram repetidas em tons destes nas capas de publicações do grupo (a que pertencem os jornais Extra, O Globo, e também várias revistas como Época, e outras que também tem títulos internacionais). Do Globo News a telejornais locais, as cores rosa e azul, usadas em ações contra o assédio feminino no exterior, campanha encabeçada por um atleta estrangeiro, e seguida pela monarquia britânica, teria sido usada como rebote de deboche da emissora, sobre gente do jornalismo no Brasil. Se vergonha poderia ser pedida, e cara de pau é pouco, se o deboche caiu como intencionalidade em tragédia tão séria, nem se pediria seriedade ao canal, mas o mínimo de mente-sanada. (I Queen TV)
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Preciosidades do Pink Poderoso da Miuccia Prada com Uma Thurman, mais guitarras. Pink Power, Prada and Guitars.
Lembrando o poder do pink anti-assédio e Love Story da chefe da grife Prada, Miuccia, com Uma Thurman, poderosos como RomanPolanski e Sofia Coppola, na plateia, e brincos de guitarra. Quem gosta de música, levanta a mão? Hands up for the pink power from Miuccia Prada and her guitar earings, from her previous show. Power. (Foto: Divulgação)
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