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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Peixe do Rio. Gourmet touch.


                Peixinho especial, gourmet no Rio, restaurante Nosso, deguste. Foto Reproducao

domingo, 14 de abril de 2019

Energia extra, menu da manhã. Extra-power, mornings.


Dificil acordar cedo nos pós-chuva que causaram caos em aeroportos e na capital carioca, e no pós-cansaço de tudo, só apelando para o extra-power do açaí, fruta brasileira ainda muito consumida em todo o país, mesmo depois do boom dos modismos fitness. A recarga foi feita fora do tarimbo das marcas mais conhecidas, e a incursão foi na Maria Açaí, uma empresa do sul do país, que espalhou franquias no Rio, e trouxe uma roupagem diferente. Do tradicional em camadas com frutas (manga, pessego, kiwi e iogurte grego, a minha, no copo), ao de roupa de festa, com fondue de chocolate em cima, e morangos, intercalado com o açaí. Foi na loja do bairro Flamengo, o escape mais seguro em endereço depois de Copacabana, Ipanema, Barra e afins sofrerem mais com os impactos das chuvas. Fruta que garante energia extra, e as opções caíram muito bem para repor a recarga que precisava. (Rosaly Queen) (Berlin at 9)
Great for waking up after the damages caused by the rain in Rio, that hit seriously many spots in the town, my option was for the Açaí, a brazilian fruit, that guarantess extra energy. Maria Açaí, a franchise coming from the south, to Rio, had different offers: with greek yogurt, or in a luxury "outfit", with fondue of chocolate, and strawberries, it did the good work for my mood, and body. Nice, very nice. Calories? There is a gymn right in front of it. Better. (Berlin at 9)

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Tour gastro-gourmet pelo Rio. Do sushi ao fit. Gourmet-tour in Rio, from coffee to barbecue, to sushi.


Um dos testes gastronômicos no Rio de Janeiro, da comida fit ao sushi (esta casa, no Botafogo), da tapioca restrita ao super-churrasco, peixe com tucupi, bolinhos de arroz com geleia de cebola roxa, trivial, arroz-feijão-filé e batata fritas, e voilá. Roger perdeu, e ficou no macarrão. Só. Lá, variedade, entradas, sobremesas, comida portuguesa, inglesa, espanhola, e brasileira. Surf, chuva, café para esquentar e o amor do cobertor de orelha nos voos, e preciso de uma companhia aérea inteira. Prancha e restô. Gourmet-lifestyle e modismos, fashionismos. Rio, segura a chuva! Porque a gente traz sol. Sempre. E sabor. (Rosaly Queen) (Foto: Rosaly Queen)

sábado, 16 de março de 2019

Surf-cedo. Ensolarize-se. Early surf-start in Rio´s mornings. Waking-up.


Para muita gente, fazer exercício físico é um esforço penoso. Depende da cidade, da atmosfera, da obrigação, do lugar. Se o sol que nasce cedo ajuda quem cedo madruga, no Rio, ajuda mais. A turma do surf começa cedo. Quem vem de outras rotinas, e de outras cidades fechadas, e de trabalhos outros, não entende essa "licença poética" de se aproveitar a natureza e um visual tão lindo para começar a se exercitar cedo e ganhar anos em saúde e bom humor. Quem muda os habitos, se brinda com as oportunidades de dar um help na saúde e alterar a rotina, de forma inteligente e eficiente. E está ali, free. Para inspirar liberdade. Claro que nem todo mundo tem tanto porte e habilidade na prancha, mas isso se desenvolve com a pratica. Não dá para ir enfiando a cabeça, e querer ser um Medina rápido. Uma outra oportunidade de exercícios fora das paredes de academia, mesmo que um não substitua o outro, vale muito. O sol aquece o humor, e tudo mais. Rio na experiência, mas o cuidado com os mares, do governo e banhistas, deve ser maior. Recall na limpeza, e no cuidado para oferecer a praia como prazer para todos. Deixa o mar levar o humor ruim fora. Rio solar, maritimo. (Rosaly Queen) (Foto - Reprodução)

Moda de Praia. Rio´s experience - fashion.


Looks de praia sem muito esforço - Rio é assim. No much effort, more fun - Rio´s just like that. (Foto - Reprodução) (Rosaly Queen) 

sábado, 27 de maio de 2017

Gringos, sol, praia, café. Coffee-break, sun, easy chair, money, flowers.


Tem quem se tranque em escritorios hermeticamente fechados, resfriados por ar condicionado regulado para cair neve a qualquer momento, em humores duvidáveis. Mude de rumo. E de vida. Quase a ceu aberto, café da manhã com frutinhas e coisas ordinárias, cheias de lactose e gluten, e se você ainda não entendeu que o mercado vive de jogadas de publicidade para promover de fralda geritosa a ovo caipira, passando por iguaria de avestruz australiano, enquanto apelida o queijo de alguma coisa de coalho, e não Gouda, na praia, o leve, balenceado, e as opções chuta-balde de calorias, porque, ems e gastando, do próprio pé, depois, na academia do hotel, tudo é satisfatório, lindo, despreocupante, sem neuras. Como a paz do casal inglês que conversava comigo dia desses, e comentava umas no-reals de casamento de Pippa, irmã de Kate, e que fez com que os dois preferissem se deslocar para o Brasil, tamanha a bagunça das festividades em solo britânico. E comentaram da triste situação calamitosa da destruição da banda podre corrupta, que faz sumir dinheiro de todo jeito, e uns, tardiamente, rumam para Bangu. Deselegante é espreguiçar no sol antes de tomar um café da manhã regado ao desbalde, e abençoado por Deus. Um must da alimentação. Nice breakfasts during Rio´s look-around-all. Beach, money, flowers, no extra-noises. Fruits, gluten no free, lac no free. To make all better. (RQ)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Louis Vuitton no Rio. Rio´s Vuitton. what?


Depois de dias de caminhadas pelo Rio, o que ainda nao deu para entender é por que a carioca é tão fixada na Louis Vuitton. Entre bolsas antigas, originais, e as cópias, elas caminham pelas ruas ostentando modelos da marca, de outras épocas. Aquela da tradicional do marronzinho e branquinho, quadradinho, quase uma unanimidade. Pastas, malas, e se a moçoila anda falando do mercado de luxo, assim como falava do Pretzel, que nao era o market, a identidade vem da internet. Hola. E o café, é outro.



 Mas falando de rio, as moçonas se embrenharam por outros ditos de estilo. A carioca nao é mais aquela antenadona do estilo free de viver. Ela perdeu um pouco aquele cuidado no vestir, na preocupação das sandalinhas estilosas com roupas de marcas leves, e se Minas anda dando cartaz para outras pessoas, que difamam o cafezinho como brejeiro, enquanto saem do interior, Eric roda com meu Porsche preto, enquanto eu lembro que prefiro a originalidade do nada-a-ver do Pretzel, do café mais amargo da terra de la. 20 euros and counting.



Cultura é outra coisa, e na pobre, vira a pizza de calabresa da moça que ainda nao cansou de ser loira.
Louis Vuitton? Pelo menos, as carioques fazem o que gostam.
Bendito old man estendendo a cobertinha vermelha na casa do vizinho estrangeiro, toda manha enquanto a amiga acordava para as aventuras de esqui, o limao vermelho, e a turma dos petit falando dialetos estranhos.
Cariocas, gostaram da bolsa sem marca. A gente fez umas invenções, inversões, enquanto torrava e tomava suco original de goiaba, do lado de fora da instalação olimpica. Na praia, torrar debaixo de 30 graus. Pretejou. Marzao bom.
E Dani Winnits tomando café com um sorridente Andre Gonçalves, do lado, com cremes e cappucinos. Café é bom demais. Você ja esqueceu de onde vem as Vuittons originais?





Coffee. For those who try to put down what is right. Money is better, ideas dont.
Louis Vuitton lands in a territory of too many copies that the sensation of the brand is almost gone. Follow someone elses ID. But you are not a Vuitton. Choose the style. Maybe, is in facebook, as you try to convince in another way. Its bye nonsense. But carioquesas look better. (Rosaly Queen)


terça-feira, 18 de abril de 2017

Louis Vuitton essencial? Do passado? Essential Louis Vuitton? Past tense?



Temporada de praia, chuva, e afins mais, circulando por praias diversas, brisas e demais, nao deu para entender muito bem o por que da fixacao da carioca pela marca Louis Vuitton. Modelos passados desfilando pelas maos e ombros de mocoilas de diferentes estirpes, e em modelos que nao se ve mais por capitais como a incensada fashion mineira, ou sampista. Enquanto a galera estranha tenta imprimir, a titulo de dor de cotovelo, alguma caracteristica esquisita a um dos maiores polos da moda brasileira, em termos de criatividade, excelencia, e exportacao do melhor da moda nacional, as mineirianas tem muito estilo, e se modernizam mais rapidamente, pela riqueza e quantidade de designers renomados em acessorios. As cariocas, que eram tidas como um pouco mais flex-revolucionarias na moda descolada, parece que deram uma retrocedida no tempo, ou estacionaram na Vuitton e nas copias delas. Dias atras que uma mocoila-loira no lobby do hotel apareceu de mini Chanel real, preta, mas que tambem virou item febril de copia. Verdade e que quem anda desfiando o rosario com relacao a estadunienses de nascimento, por despeito mesmo, nao chegou nem perto de assumir qualquer versao fashion aceitavel. So abre a revista para pegar algo do editorial ou repete a pulseirinha de chains com penduricalhos que todo mundo anda usando porque a marca italiana espalhou para a joalheria, que depois foi copiada em profusao nas feirinhas diversas de rua. O ruim da falta de ID e isso mesmo. So se abre a internet e copia, ou se copia o estilo que todo mundo esta usando e nem sabe por que, de onde comecou, mas, como esta em toda vitrine, todas batizam. Falta de identidade, que se tomas da net, porque parece escondida, e ninguem ve de onde quem tirou a fonte de info. E so clicar com o celular, dizer que foi original, e espalhar no Instagram, que nao e sinal de muita coisa, mais de espalhar copias de verdades e tentar fazer uma cortina de fumaca sobre o real, com armas de divulgacao, e outras armadas idem. Dificil ter ID proprio. Por isso criticas e quem age de forma negativa na tv e midiaticos, responde pela mesma razao: tem cartz, mas nao ideias proprias. Copias cansam. Ser original instila o novo. Sem ter que se dizer amem para rezas manjadas, e repetidas. Louis Vuitton e' super power no mercado internacional, mas a multiplicacao de copias, ha dez anos atras, acabaram tarimbando a marca de maneira que seria necessario criar modelos cada vez mais diferentes, para tentar fazer as copias cairem no passado.


Mas nao feneceram no Rio, na moda comum de rua. Por isso as vezes as blogueiras perdem. Elas espalham mundos e fundos no Instagram, contratam ferramentas para espalharem posts, mas na hora de escolher o modelito, caem no "fashion-victim-eu-sou", e so espalham o ditado pela marca, pelo momento, falam tanto que sao fulana, que muit loja acredita, mas nem sabe quem eh. So acessa e ve o numero de curtidas, programadas por ferramentas virtuais varias. Eh facil o cliche de aumentar o cache e aparecer com o logo do duplo C na bolsinha basica de correntes, imitada sem fim desde o ano passado. Em tudo quanto eh versao, e tudo quanto eh marca nacional. Tem gente que se tarimba por marca, por Instagram, mas nao por estilo. Nem sempre ferramenta de contagem virtual contabiliza algo, muito menos estilo. Encontrei com Daniel Ueda, stylist, de anos de backstages de fashion week, no aeroporto. Um cara quieto, bacana, ha seculos (novos) nos bastidores de semanas de moda. Deve ter menos curtidas nas redes sociais que a blonde salad. Mas esta la na originalidade e arrumando estilo de Gika ha tempos, editoriais, desfiles. Da turma que tinha as Ferraz nas PRs, Felipe fashion, Fabia Bercsek, Terezinha e outras da bancada de sempre da moda brasileira. Mas se olha para as contagens das blonde salads, sem tantos quesitos de criatividade. Fica na "rede social falou, ta falado". Nem sempre. A tendencia e estranha, de se espalhar verdades  outras que se criam como capa. Parece aquela dupla da musica que acho que chegou a ganhar um Grammy, para depois descobrirem que usam playback e mixagem de voz para cantar. Tipo. Tempos modernos, LV antigas. E copias.
Marc Jacobs saiu rapido demais e fez falta. ja faz falta. Colorir as Vuitton para as cariocas mudarem o estilo, ou deixar de deja vu. Coisa de passado. Gente de atitude se renova, mesmo com toda nuvem de tempestade em volta.
Por que? Porque quem e original sempre traz uma novidade. Nao "tras" na falta do portugues, que precisa de oculos para enxergar melhor tendencias repetidas e anti-modernas. Nao se chuta pit bull irreativo. Pao de queijo tem efeitos bombasticos. Na inteligencia, e no olhar, no selecionar, e no estilo de vida. Amem e beijinho no ombro.
Os mineiros tem criatividade suficiente para abafar ate Louis Vuittons tradicionais, das antigas. Porque o que e bom demais se renova, se exporta, se substitui e se retira copias. Nem todo tarimbo vale se nao tem criatividade. Porque repeticao cansa. Demais. (Rosaly Queen)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Rio de terno. Rio's style: the suit. On the phone.

Quem remeteu Rio a surfista de shortao, agua salgada e areia, ou chinelinho e ... elegancia a toda prova, ate' ao calor. Leblon. The man and the suit. 2 p.m. Rio. Leblon. (Rosaly Queen) (Photo: Rosaly Queen).

Rio de terno. Rio's style: the suit. On the phone.

Quem remeteu Rio a surfista de shortao, agua salgada e areia, ou chinelinho e ... elegancia a toda prova, ate' ao calor. Leblon. The man and the suit. 2 p.m. Rio. Leblon. (Rosaly Queen) (Photo: Rosaly Queen).