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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Must-have de segunda: Michelle Obama e o sol de Gayle. Michelle Obama and Gayle´s editor sun. Monday.


Beijos de segunda-feira no sorriso largo de Gayle K, editora, e Michelle Obama feliz e sol artificial de holofote atras. Super duas! Super segunda!! Uber-monday, Michelle Obama and Gayle K, former first lady, and the editor, shinning in an event abroad. Superstars... And the sun. Must-have! (Rosaly Queen) (Foto Instagram-Oprah)

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Sobremesas e champagne. Desserts and champagne.


Comidinhas rápidas de aeroporto, teste gourmet acaba engordando, sim, se não vier a malhação em cima, sem dó, porque na hora da sobremesa, todo mundo se perde, e, aí, dá-lhe força da corrida, da academia, para queimar tantos excessos pró-reports. Champagne depois de horas de espera, troca de voos, e antes de parar para uns dias de praia no Brèsil, tomar sol, renovar as ideias, por tudo em ordem, disparar os cliques, acelerar as agencias, e trabalhos mais. Estilo merecido, lifestyle na antecipação do conforto, mais com pressa, sem perder a classe. E o sono. E o café da manhã, antes das paisagens lindas. Bom dia! Boa tarde, aí, sim, recarregadas as energias, dá para sorrir mais, agir melhor, respirar melhor, e de quebra, as fotos se calibram mais, merecem uma atenção especial. No limits. (Rosaly Queen)

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Recuperando o folego. Net detox. Breathing free, outisde net.



Vidas em ritmo de conquistas modernas, títulos, maquinário internético que funciona mais que vida real. Pessoas transpiram, expiram, respiram via internet. Passam semanas a fio vivendo enclausuradas na sua rotina, e via telefone. Não saem para mais nada, apenas para o mesmo círculo rotineiro. Não cruzam fronteiras, fazem demandas rápidas, todo mundo quer que todo mundo esteja conectado o dia inteiro, e se negócios funcionam assim, outros desnegócios e guerras de humores e vidas começam e acabam ali. As pessoas não querem passar tempo sem wifi. O que, na Alemanha, observei como fenômeno, em 4 horas, de almoço à luz do sol, e da preguiça de inverno, quase começo de primavera, apenas três pessoas foram fotografadas usando celular. E para falar. O que era necessidade para resolver problemas mais rápidos, ou à distância, se tornou um vício causador de vários problemas. Ao mesmo tempo, ressaltando, que muitos negócios funcionam via rede.
Você está em outra parte do mundo, da vida, e alguém, com quem não se tem mais contato, publica, insistentemente, algo sobre voce. Não conseguiu o que queria, entrou em jogadas para se valer de propaganda, e as armas da mídia continuaram mirando alguém, nem se sabe por que. Por causa da identidade, da influência, ou para destruir o que pensaram conseguir destruir. Provocar, incomodar, atuar em jogos psicologicos, lançar notas falsas, para que alguém ou reagisse mal, ou se afastasse de vez. E isso, vez apos outra. Se conseguem uma vez, e alguém sai e não apresenta retaliação, vem outra pessoa, e se faz passar por outra, tapinha nas costas, e sorri aqui, arma ali, e tenta tirar alguém de visibilidade e posição. Prazer morbido de atuar com negociatas psicologicas em tv, tentativas de analisar nem se sabe o que, de intervir para causar confusão. São pessoas que estão sentadas em suas cadeiras sempre, nas mesmas posições, fazendo as mesmas coisas. Tentam, de todas as formas, derrubar um, com o poder de influenciar via repetiçaõ de assuntos na tv, ou de enfocar o lado negativo do que querem tirar a influencia, ou arranjar algo, e inserir seus conceitos e seus aliados. Se se ignora, começam as entranças e os enganos. Muitos dos quais, e quedas de carreiras e nomes, nas atualidades, foram através de jogadas via internet. Mentiras e provocações diárias. Gente com necessidade de resposta mais às redes sociais, do que usar o telefone, ir direto a determinados uns, e passar 24 horas sem a constante bomba de palavras e falsidades jogadas via net. A que ponto se quer chegar?
Faltou a refeição balanceada, na beira da praia, que, num refugo, conseguiu fugir do stress diário? Mente arejada, mais livre, liberdade de ir e vir, de respirar, sem ter que estar, o tempo todo, conferindo se o local tem wifi? Pessoas que usam a rede para vinganças, respostas de desgaste, para copiar perfis, vigiar o que o outro está fazendo, para agir rapido, e se enfiar em algum lugar, na cara da santidade. Gente que antes defendia o que era certo, e pessoas já submetidas a pressoes provocadas de mídia, que não levaram o bate martelo do advogado e da junta deles na hora certa, e se sentiram na liberdade de invadirem locais, perturbarem férias, passarem para o noticiário assuntos que tentem perturbar diariamente, para que a vida de alguém não siga com outrem, e se bagunça até ter o prazer de verem concretizados a vingança que queriam.Afinal, quem quer divulgação, e está do outro lado das cameras, vive disso. Quer e demanda a negociata. Quantas vezes se repetiu, parece brincadeira. Mas tem quem nao jogue um jogo que outros disseram que se joga. Muitos repetem o refrão. Em vez de irem e olharem como o engano se generaliza, ficam à deriva, entram sorrateiros na internet, e só tem a coragem de atacar, de mostrar que, levantando o braço, venceram alguém, e parece que fica uma competição em que ninguém tem vitória. Qual é ela? A da piada, do engano, a mostrar quem debocha de quem, a vida e o sucesso de quem tentam impedir, que carreira quebrar, que prazer é ver alguém ficar de pé? Alguém defender sinceramente alguém, que só quer responder e respostas unilaterais, via internet, e sair da vida real? Para que a vida real? Se alguém te usou para ganhar propaganda e mentir a seu respeito, se valer do dinheiro do marketing esperto, que só aceita o podre embalado às custas do trabalho que alguém fez, e embalou com pacote de terceiro.
A conta da demanda extrema foi cobrada de outra maneira. Alguém viu alguém chamar atenção, por algo natural, e tentou desvencilhar, provocar, ver caído, fazer detonar, porque é esse o sentido de quem, de alguma maneira, tentou ir para outro caminho. O que se faz? Se volta para o abrigo seguro, que é o da derrota, da resignação, da tentativa de vingança.
E se a bateria acabou, se não entendeu, se não perguntou, e se alguém armou como verdade, que não é? Vai explicar sempre, ou seguir o conselho perfido de que alguem quer se fazer de bonzinho e vitima, e, se alguém reage fortemente a entradas e falsetas de imprensa de anos, a diversao é certa. Viva a vida na internet. Tenha a opiniao dos outros. Afinal, todo mundo tem a obrigação de não viver a vida própria, obedecer aos deboches da corrente que segue, se alguém deu algum apoio e viu que a direção foi outra, não foi na casa, nos sapatos, não fez nada, alem de tentar impor sua opiniao sobre como alguém deveria viver. Se se ausentou, se foi aproveitar o sol la fora, e o celular ficou perdido no voo, na cafeteria, no chá, ou se alguém nem tentou pegar a linha ou a airline de volta, é assim. As neuras de internet reduzem isso. 24 horas ao ar livre valem muito mais. Acontece muito mais coisas em quem sabe viver o lifestyle da verdade, não dos enganos plantados, até que tudo se canse, e se saia pela lateral. Ser racional é mais rápido, rentavel, e proporcionável em termos de fama e imprensa. Mas ate que ponto a necessidade de se viver online, como a louca garota que foi fazer o cabelo e chamar o fotógrafo, quando viu que seus clones em rede social extrapolaram, e a polícia de crimes virtuais foi chamada. Se se deixa, se corta a vida. O sol é virtual e onde ele existe?
Como ver um caranguejo se alimentando de corais, e restos de algas em pedras? Quando viu isso pela ultima vez?
Quanto tempo despendeu para quebrar o orgulho, o chip, e atravessar uma fronteira de 10 horas? Para que tirar a foto repetida de vingança para o net-book? Para afrontar alguém ou mostrar algo para a mídia? Sua vida é reflexo de que? De dar satisfação e ter milhões de seguidores, ou ser visualizado por gente cheia, ou vazia, que náo tem nada a ver com que dias você vai viver, porque tem que provar a pseudo-aparencia de felicidade, enquanto jornalistas sem ter o que fazer julgam a vida de alguém, de maneira completamente equivocada, e se tem que parecer que saiu bem, com alguma vitória de desistencia?
Sua fronteira é o celular, a necessidade de deboche, de levantar o braço, sem fazer mais nada? De postar fotos repetidas, de vingança, como se esperasse alguém ou muitos verem, para mostrar que você não saiu embobado de uma situação, e não aprendeu como se vive o inverso do que quem provoca quer?
Cuidado se a distancia na estrada e longa, se dormiu no sol, com o barulhinho do mar, coisa que não ouvia há 10 meses, sentia o sol real no rosto, e precisava disso mais do que o creme de bilhão, do orgulho em riste, e ainda não aprendeu quem deixou o que  por demanda de outros, e não viveu o que queria, para satisfazer o perfil alheio. O sol do lado de fora é melhor. O filtro solar custa menos do que horas na internet. Que crime! Voce dormiu no sol morno, viu o caranguejo na pedra, enquanto, do outro lado do mundo, tem alguma psicologa televisiva falando de algo que ninguém nem pensou em fazer. Fez o que com as coisas normais? Esqueceu delas. Quis a internet, fora da carne e osso, dos jantares gourmet, da cabeça no ombro, e sem pensar no que esta na tv. As cidades giram calmas. E voce visitou lugares de infancia. Sentiu prazeres de ser gente de novo. Que crime! Tentou redescobrir as coisas simples. Os outros fizeram o que quiseram. Não perguntaram. Jogaram a revolta. E voce tinha que responder. Fez o que por voce? Sinta o mar. É melhor que o chip. E 24 horas de detox podem falar muito mais alto, que brincadeiras modernas destrutivas. E quem não sabe do ocio que vive a imprensa, e de quem jogando o que, viva arrastando situações interneticas que se repetem com julgamentos estranhos, de quem se sente no direito de pegar um controle remoto, e dirigir o bonequinho do jeito que pensa que quer. Não é bem assim. (Rosaly Queen) (Almighty Agency)

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Depois da praia. After the beach.


Da comida confortável, que copiaram o título na capa de revista com fundo rosa, e outra gourmet, à praia confortável, e ao aeroporto desconfortável, ciclos constantes... Fica o visual lindo, de encher os olhos... (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução)

terça-feira, 9 de abril de 2019

Dias de sol, mar e luxo. Luxury days: sun, ocean and pleasures united.


Cenários paradisíacos, descanso, trabalho, prazer e luxo. Unir o mar ao sol e ambientes qualificados, de quilate, sempre é muito bom, quando se faz o que se gosta. Seja no trabalho, seja no lifestyle de ser. Viver grande e ser grande é mais do que uma questão do que usufruir de fama por motis estranhos, mas por beneficios próprios, e em muito boa companhia, almoços com amigos, e a parte gourmet fica completa. Lembro daquela mesa cheia de homens lindos, num almoço que um deles fez, e da foto, e do cenário de um ano atrás, que volta. Jornalista, fotógrafa, celebs mil, mas... tem umas nem tanto nas vezes de celeb, mas mais por qualité, junto com uns dois que tiram a respiração por stress, mas valem cada alfinetada. Vida longa, solar, vitoriosa de um ano idem, que vai ser muito mais, e trazer muito mais, sem trovoadas.
Getting together days of pleasure, work and luxury, with the sun and ocean... its too good! Same landscape from almost a year ago, where i remember the photos of that lunch full of cute fuys, one cooker, and gourmet flavors... ah... nice 2019, no storms, sunny days, and plus two people who bothers me for the last 365 days, but i believe that love me so much and will offer the breakfast, lunch, house, trees, ocean for a nice week and a half. Yes, you know who I´m talking to!
Luxury lifestyle, pleasure days, gourmet, a view, salty and sweet water. And someone with a good cooking lessons, please! (Rosaly Queen) (mit Berlin at 9) (mit rosalyqueen.us) (Fotos: Reprodução)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Feijoada na tradição carioquesa. Feijoada, aeh-Riooo!


Sabe daquelas que você provou feijoada na casa da amiga, da avó, dos amigos, mas nunca no Rio de Janeiro, e é como um sacri-pecado não testar a tradição-líssima da receita que leva feijão preto, paio, carne seca, costelinha, couve, laranja de acompanhamento, alho torrado, banana assada, e tantos quiprocós para serem acrescentados a gosto, sem levar o que não se quer. E ter indigestão. Sabores misturados com a vista da praia, abandonados alguns receios com a cidade cartão postal, de experiências de temporadas passadas, o sol da manhã do Rio convidou ao super-desjejum. O Othon Palace carioca, da orla de Copacabana, é apenas um dos endereços em que a tal feijoada tradição carioca é servida, e vem farta, acompanhada com bufês extra de saladas, e outro, de sobremesas brasileiras, cocadas, cocada mole, doce de mamão cristalizado, em calda, manjar branco, farofa. Sim, não tinha pato a cannard, mas só o feijão batuque brasileiro, abençoado pelo mar à frente, a praia que ainda se sustenta no atrativo aos turistas, que lotavam o hotel, a receptividade, e aquele calorzinho que vira calorzão, saborzinho vira saborzão, e os barcos deslizam leve pelo cenário na frente. Depois foi pegar a canga, o filtro solar (dessa vez não dá para esquecer mesmo!), e aproveitar o resto da tarde antes do photo-shooting do dia seguinte e estrada no pé, no carro, com outro humor, outro banho de água salgada, sem gelo, e umas pancadas de chuva eventuais, que surpresa de surpresa, ninguém derrete com elas. Aeeh! Rio! (Rosaly Queen) (Foto: Reprodução) (Minham Minham)


Tasteful black beans, meaning feijoada, tradition in Rio. Olé! Dried meat, garlic, orange, fried bananas, many ingredients to enjoy some brazilian´s best in the menu. Oceans ahead, blessed hotel in Copacabana, in a quick visit to Rio, before getting the road to photos somewhere else. New mood, delicious food, and even though Im looking like a very red lobster now, I´m ready for the next restaurant, next menu, need company, but the guys got the surfboard and here we go. Rio!